Este blog serve como um espaço onde pensamentos serão relatados de maneira a conduzir um olhar para o futuro. Ah! pra falar coisas que eu quereo e ouvir o que quero e não quero!!! “Simples porém complexo.”
Segundo o site Postas Abertas os cincos países com maior intolerância religiosa são a Coréia do Norte, Arábia Saudita, Irã, Afeganistão e Somália. Ao todo o portal enumera 50 nações não cumprem com o artigo 18 da Declaração dos Direitos Humanos. “Toda pessoa tem o direito a liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião e/ou crença (…)” afirma a Declaração.
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Penso. Logo posso escrever-lhes o que penso. No entanto nuca havia antes parado para logar - de logos: pensanmento racional – sobre a circularidade do tempo. Tudo começa onde termina ou o contrário.
Essa grande roda do tempo me faz pensar sobre questãoes que permeiam hoje e que foram sabatinadas pelos grandes pensadores e pequenos analfabetos – no entanto não menos sábios – como por exemplo a escomunhão e o poder eclesial. É fato que tirar de um fiel a posssibilidade de participar efetivamente de sua fé é trantornador porem justo se este não é fiel aos seus pensamentos.
O tempo roda e nos leva a caminhos nunca antes pisados e/ou muito pisoteado a ponto de se quer sentirmos as pedras pelo caminho. Esse circulo vive inebriado de poeira e rastos. Tudo para que comprendamos que o tempo passa e volta atras com a mesma alegria com que nso feriu.
Fazer as coisas forçado não é nada bom. Prova disso é o animo dos ipatinguenses com as novas eleições. Se perguntares a algum deles quem é seu candidato, todos irão responder: “não sei”.
Cansei de fazer tudo de modo ordenado e coeso. Preciso de rebeldia e agitação, embora minha mente se quer consegue mandar em meu corpo.
Sabe fazer TCC e ainda ouvir do professor que é para entregar na primavera, hoje, é de lascar. Se fosse só isso ainda ia. Tenho de fazer um blog sobre um tema para passar em web.
Acho que o melhor que me aconteceu neste tempo de reclusão e rebeldia mental foi apenas o twitter. Que bacana. Me add ai @marquioneban.
Meu caros em breve neste blog os comentarios mais toscos e coerentes do novo e único – até agora – correspondente oficial dos menos letrados, José das Couves Flores.
É possível que haja um comunicólogo isento de qualquer juízo de valor sobre fatos noticiados e/ou publicados?Essa grande questão é simplesmente refletida no meio acadêmico como se fosse um fantasma. Poucos discutem. Os que discutem o fazem de portas fechadas.
A utopia de que os profissionais da comunicação devem e são imparciais aos acontecimentos sem atribuir-lhes opiniões, é ensinado nas faculdades, escolas e nos meios de comunicação. O que realmente se vê é um show de aplicações de juízo de valor. Ao descrevermos a função do jornalista sempre anunciamos – com um sorriso de orelha a orelha – que é mostrar todos, todos mesmo, os lados ou as verdades de um fato.
É provável que seja verdade esta afirmação. No entanto sempre frisamos, destacamos, ampliamos, editamos o que realmente interessa, não o leitor, mas sim o jornalista, o jornal, o publicitário e até o dono do veiculo onde se publica a noticia edita.
Nenhuma fala é inocente. Somos criminosos ao delatar versões de fatos. Prostitutos ao comungarmos com editoriais e sansões de clientes. Em nossa grande realidade hodierna é necessário delatar esses profissionais que vão onde o grande vento verde os leva. Porem se delatarmos esses “nobres” companheiros nos tornaremos semelhantes a eles, afinal quando denunciamos tomamos partido.
Ao descermos do muro da “imparcialidade” assumimos a postura de criminosos perante um sistema absolutista. A cultura da parcialidade travestida de “(in) parcialidade” que reina e provavelmente reinará por longos anos. Enquanto não viramos criminosos da delatação continuaremos como legítimos portadores da (in) parcialidade jornalística e coisificados pelo grande rei (in) parcial.
Às vezes paro, penso e reflito sobre o caráter passageiros das coisas. Como pode ser tudo efêmero? Como pode até meus pensamentos serem efêmeros? Fico louco. É ai que percebo que como o Pinóquio, possuo um grilo em minha cabeça. Ahhhhhhhhhhh que coisa – para não falar palavrão.
Como é sabido o grilo exerce função de consciência na mente de Pinóquio. Foi ai que percebi que na verdade tudo é efêmero porque mentimos o tempo todo para nossos pensamentos. Quando criança queria ser astronauta – e era de fato, pois vivia no mundo da lua – porém vinha um pequeno grilo e falava: para de “viajar na maionese” e vai ser outra coisa. Decidir ser médico. Que coisa… Lá estava o grilo e me dizia: não vai não.
Talvez por isso tudo é efêmero. Todas as vezes que queremos ser algo ou fazer alguma coisa, o nosso velho e chato grilo nos diz não. Passar por essa fase é imprescindível e inevitável. Até que um dia você acredita que venceu seu grilo, e nada mais se torna e/ou é passageiro. Confuso?
Fácil para desconfundir é simplesmente pensar. Eu posso fazer isso ou aquilo? Dependendo do isso ou aquilo a resposta é não. Sinal que seu grilo ainda está vivo. Ele faz assim você viver de forma efêmera.
Decidir vencer meu grilo de uma maneira. Usando meu conjunto lexical para expressar sensações que jamais diria em áudio. Portanto a única coisa que não passa são as palavras. Enfim consegui me tornar imortal – sem mesmo entrar para Academia de Letras ou virar super herói como já quis ser na infância. Escrever, expressar idéias, construir ideologias, criticar pensamentos é o que nós faz imortais e ao mesmo tempo não – efêmeros. O medo de falar é que nos transforma em adubos esquecidos em cemitérios.
Na verdade temos de acreditar que um dia tudo vai acabar. Só as palavras vão ficar. Só este blog sobreviverá. E eu?… Sei lá. Tudo pode acabar como a música da sábia Rita Lee: Tudo vira bosta.
O caráter fidedigno do pensamento humanista de Thiago Melo nos traz esperança de realizarmos uma utopia. Ser livre. Para Platão os signos são arbitrários. Usando desse pensamento póstumo a palavra liberdade nada mais é que uma grande prisão que a humanidade inventou. O ultimo artigo desse Estatuto deve ser visto como a possibilidade de liberdade na sua real significância: “liberteza” da liberdade.