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Segundo o site Postas Abertas os cincos países com maior intolerância religiosa são a Coréia do Norte, Arábia Saudita, Irã, Afeganistão e Somália. Ao todo o portal enumera 50 nações não cumprem com o artigo 18 da Declaração dos Direitos Humanos. “Toda pessoa tem o direito a liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião e/ou crença (…)” afirma a Declaração. 

Caso queira ler mais sonre o assunto entre em O ANUNCIADOR.

 

                                                                                                                                                                         Marquine Ban

Lambisame

Para aqueles que nunca ouvirão o causo do Lambisame, prestem atenção e morram de rir.

                                                                                                                                          José das Couves Flores

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Penso. Logo posso escrever-lhes o que penso. No entanto nuca havia antes parado para logar - de logos: pensanmento racional – sobre a circularidade do tempo. Tudo começa onde termina ou o contrário.

Essa grande roda do tempo me faz pensar sobre questãoes que permeiam hoje e que foram sabatinadas pelos grandes pensadores e pequenos analfabetos – no entanto não menos sábios – como por exemplo a escomunhão e o poder eclesial. É fato que tirar de um fiel a posssibilidade de participar efetivamente de sua fé é trantornador porem justo se este não é fiel aos seus pensamentos.

O tempo roda e nos leva a caminhos nunca antes pisados e/ou muito pisoteado a ponto de se quer sentirmos as pedras pelo caminho. Esse circulo vive inebriado de poeira e rastos. Tudo para que comprendamos que o tempo passa e volta atras com a mesma alegria com que nso feriu.

                                                                                                                                                                                            marquione ban

Cansei

Fazer as coisas forçado não é nada bom. Prova disso é o animo dos ipatinguenses com as novas eleições. Se perguntares a algum deles quem é seu candidato, todos irão responder: “não sei”.

Cansei de fazer tudo de modo ordenado e coeso. Preciso de rebeldia e agitação, embora minha mente se quer consegue mandar em meu corpo.

Sabe fazer TCC e ainda ouvir do professor que é para entregar na primavera, hoje, é de lascar. Se fosse só isso ainda ia. Tenho de fazer um blog sobre um tema  para passar em web.

Acho que o melhor que me aconteceu neste tempo de reclusão e rebeldia mental foi apenas o twitter. Que bacana. Me add ai @marquioneban.

 

                                                                                                                                                                                                             Marquione Ban

Meu caros em breve neste blog os comentarios mais toscos e coerentes do novo e único – até agora – correspondente oficial dos menos letrados, José das Couves Flores.

Aguardem………………………………………………………………………..

É possível que haja um comunicólogo isento de qualquer juízo de valor sobre fatos noticiados e/ou publicados?Essa grande questão é simplesmente refletida no meio acadêmico como se fosse um fantasma. Poucos  discutem. Os que discutem o fazem de portas fechadas.

A utopia de que os profissionais da comunicação devem e são imparciais aos acontecimentos sem atribuir-lhes opiniões, é ensinado nas faculdades, escolas e nos meios de comunicação. O que realmente se vê é um show de aplicações de juízo de valor. Ao descrevermos a função do jornalista sempre anunciamos – com um sorriso de orelha a orelha – que é mostrar todos, todos mesmo, os lados ou as verdades de um fato.

É provável que seja verdade esta afirmação. No entanto sempre frisamos, destacamos, ampliamos, editamos o que realmente interessa, não o leitor, mas sim o jornalista, o jornal, o publicitário e até o dono do veiculo onde se publica a noticia edita.

Nenhuma fala é inocente. Somos criminosos ao delatar versões de fatos. Prostitutos ao comungarmos com editoriais e sansões de clientes. Em nossa grande realidade hodierna é necessário delatar esses profissionais que vão onde o grande vento verde os leva. Porem se delatarmos esses “nobres” companheiros nos tornaremos semelhantes a eles, afinal quando denunciamos tomamos partido.

Ao descermos do muro da “imparcialidade” assumimos a postura de criminosos perante um sistema absolutista. A cultura da parcialidade travestida de “(in) parcialidade” que reina e provavelmente reinará por longos anos. Enquanto não viramos criminosos da delatação continuaremos como legítimos portadores da (in) parcialidade jornalística e coisificados pelo grande rei (in) parcial.

Marquione Ban

Tudo é efêmero?

Nossos grilos

Nossos grilos

Às vezes  paro, penso e reflito sobre o caráter passageiros das coisas. Como pode ser tudo efêmero? Como pode até meus pensamentos serem efêmeros? Fico louco. É ai que percebo que como o Pinóquio, possuo um grilo em minha cabeça. Ahhhhhhhhhhh que coisa – para não falar palavrão.

Como é sabido o grilo exerce função de consciência na mente de Pinóquio. Foi ai que percebi que na verdade tudo é efêmero porque mentimos o tempo todo para nossos pensamentos. Quando criança queria ser astronauta – e era de fato, pois vivia no mundo da lua – porém vinha um pequeno grilo e falava: para de “viajar na maionese”  e vai ser outra coisa. Decidir ser médico. Que coisa… Lá estava o grilo e me dizia: não vai não.

Talvez por isso tudo é efêmero. Todas as vezes que queremos ser algo ou fazer alguma coisa, o nosso velho e chato grilo nos diz não. Passar por essa fase é imprescindível e inevitável. Até que um dia você acredita que venceu seu grilo, e nada mais se torna e/ou é passageiro. Confuso?

Fácil para desconfundir é simplesmente pensar. Eu posso fazer isso ou aquilo? Dependendo do isso ou aquilo a resposta é não. Sinal que seu grilo ainda está vivo.  Ele faz assim você viver de forma efêmera. Poema+Ef%C3%A9mero

Decidir vencer meu grilo de uma maneira. Usando meu conjunto lexical para expressar sensações que jamais diria em áudio. Portanto a única coisa que não passa são as palavras. Enfim consegui me tornar imortal – sem mesmo entrar para Academia de Letras  ou virar super herói como já quis ser na infância. Escrever, expressar idéias, construir ideologias, criticar pensamentos é o que nós faz imortais e ao mesmo tempo não – efêmeros. O medo de falar é que nos transforma em adubos esquecidos em cemitérios.

Na verdade temos de acreditar que um dia tudo vai acabar. Só as palavras vão ficar. Só este blog sobreviverá. E eu?… Sei lá. Tudo pode acabar como a música da sábia Rita Lee: Tudo vira bosta.

Marquione Ban

Estatuto do Homem

O caráter fidedigno do pensamento humanista de Thiago Melo nos traz esperança de realizarmos uma utopia. Ser livre. Para Platão os signos são arbitrários. Usando desse pensamento póstumo a palavra liberdade nada mais é que uma grande prisão que a humanidade inventou. O ultimo artigo desse Estatuto deve ser visto como a possibilidade de liberdade na sua real significância: “liberteza” da liberdade.

Marquione Ban

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