Este blog serve como um espaço onde pensamentos serão relatados de maneira a conduzir um olhar para o futuro. Ah! pra falar coisas que eu quereo e ouvir o que quero e não quero!!! “Simples porém complexo.”
No mês passado foi entregue à Câmara dos Deputados o projeto de lei de iniciativa popular lei 9.840. O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) tem como objetivo ao entregar o projeto, alterar a lei 9.840 propondo o aumento do tempo de punição para oito anos de inelegibilidade, agilizar o os processos judiciais eleitorais e enumera maior conjunto de situações que impedem a candidatura de políticos “ficha suja”.
Caso a lei 9.840 estivesse aprovada e em prática nas eleições municipais passadas, o cenário político de Ipatinga e tantas outras cidades seriam diferentes. Possivelmente Chico Ferramenta não seria candidato. A proposta popular prevê que políticos com julgamento em segunda instância não devem ter registro de candidatura liberado, que é o caso do ex-Prefeito. Chico teve sua prestação de contas do mandato de 90 e 92 rejeitadas pela Câmara de Vereadores e Tribunal de Contas da União (TCU).
Não só o petista não poderia se candidatar, mas como o ex-Prefeito Quintão. Isso na eleição extemporânea de Ipatinga, que iria acontecer neste mês. Assim como Ferramenta, Quintão possui processos judiciais em segunda e terceira instância ainda não julgados e outros sentenciados.
Com essa proposta de lei o cidadão brasileiro não verá nos palanques figuras como Maluf, Renan, Deputado do Castelo, Quintões e Ferramentas. Se a lei for aprovada até abril de 2010 ela valerá para as eleições presidenciais.
Quem está por de traz do MCCE?
No ano de 1996, a Campanha da Fraternidade – C.F. – foi sobre política. Diante esse debate que durou todo o ano de 96 a Comissão Brasileira de Justiça e Paz (CBJP), que é da CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – inspirada na C.F. lançou o projeto “combatendo a corrupção eleitoral” em 1997. Através deste projeto criou-se o projeto de lei 9.840 que foi aprovado em 1999, depois do CBJP entregar mais de um milhão de assinaturas aos deputados.
Com o intuito de garantir a aplicação da lei 9.840, criou-se em 2002 o Movimento de Combate a Corrupção Eleitoral – MCCE. A organização é formada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Comissão Pastoral da Terra (CPL), Associação Brasileira dos Magistrados, Procuradores e Promotores Eleitorais (ABRAMPPE), Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e outras.
Segundo o site Postas Abertas os cincos países com maior intolerância religiosa são a Coréia do Norte, Arábia Saudita, Irã, Afeganistão e Somália. Ao todo o portal enumera 50 nações não cumprem com o artigo 18 da Declaração dos Direitos Humanos. “Toda pessoa tem o direito a liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião e/ou crença (…)” afirma a Declaração.
Caso queira ler mais sonre o assunto entre em O ANUNCIADOR.
Penso. Logo posso escrever-lhes o que penso. No entanto nuca havia antes parado para logar - de logos: pensanmento racional – sobre a circularidade do tempo. Tudo começa onde termina ou o contrário.
Essa grande roda do tempo me faz pensar sobre questãoes que permeiam hoje e que foram sabatinadas pelos grandes pensadores e pequenos analfabetos – no entanto não menos sábios – como por exemplo a escomunhão e o poder eclesial. É fato que tirar de um fiel a posssibilidade de participar efetivamente de sua fé é trantornador porem justo se este não é fiel aos seus pensamentos.
O tempo roda e nos leva a caminhos nunca antes pisados e/ou muito pisoteado a ponto de se quer sentirmos as pedras pelo caminho. Esse circulo vive inebriado de poeira e rastos. Tudo para que comprendamos que o tempo passa e volta atras com a mesma alegria com que nso feriu.
Fazer as coisas forçado não é nada bom. Prova disso é o animo dos ipatinguenses com as novas eleições. Se perguntares a algum deles quem é seu candidato, todos irão responder: “não sei”.
Cansei de fazer tudo de modo ordenado e coeso. Preciso de rebeldia e agitação, embora minha mente se quer consegue mandar em meu corpo.
Sabe fazer TCC e ainda ouvir do professor que é para entregar na primavera, hoje, é de lascar. Se fosse só isso ainda ia. Tenho de fazer um blog sobre um tema para passar em web.
Acho que o melhor que me aconteceu neste tempo de reclusão e rebeldia mental foi apenas o twitter. Que bacana. Me add ai @marquioneban.
Meu caros em breve neste blog os comentarios mais toscos e coerentes do novo e único – até agora – correspondente oficial dos menos letrados, José das Couves Flores.
É possível que haja um comunicólogo isento de qualquer juízo de valor sobre fatos noticiados e/ou publicados?Essa grande questão é simplesmente refletida no meio acadêmico como se fosse um fantasma. Poucos discutem. Os que discutem o fazem de portas fechadas.
A utopia de que os profissionais da comunicação devem e são imparciais aos acontecimentos sem atribuir-lhes opiniões, é ensinado nas faculdades, escolas e nos meios de comunicação. O que realmente se vê é um show de aplicações de juízo de valor. Ao descrevermos a função do jornalista sempre anunciamos – com um sorriso de orelha a orelha – que é mostrar todos, todos mesmo, os lados ou as verdades de um fato.
É provável que seja verdade esta afirmação. No entanto sempre frisamos, destacamos, ampliamos, editamos o que realmente interessa, não o leitor, mas sim o jornalista, o jornal, o publicitário e até o dono do veiculo onde se publica a noticia edita.
Nenhuma fala é inocente. Somos criminosos ao delatar versões de fatos. Prostitutos ao comungarmos com editoriais e sansões de clientes. Em nossa grande realidade hodierna é necessário delatar esses profissionais que vão onde o grande vento verde os leva. Porem se delatarmos esses “nobres” companheiros nos tornaremos semelhantes a eles, afinal quando denunciamos tomamos partido.
Ao descermos do muro da “imparcialidade” assumimos a postura de criminosos perante um sistema absolutista. A cultura da parcialidade travestida de “(in) parcialidade” que reina e provavelmente reinará por longos anos. Enquanto não viramos criminosos da delatação continuaremos como legítimos portadores da (in) parcialidade jornalística e coisificados pelo grande rei (in) parcial.
Às vezes paro, penso e reflito sobre o caráter passageiros das coisas. Como pode ser tudo efêmero? Como pode até meus pensamentos serem efêmeros? Fico louco. É ai que percebo que como o Pinóquio, possuo um grilo em minha cabeça. Ahhhhhhhhhhh que coisa – para não falar palavrão.
Como é sabido o grilo exerce função de consciência na mente de Pinóquio. Foi ai que percebi que na verdade tudo é efêmero porque mentimos o tempo todo para nossos pensamentos. Quando criança queria ser astronauta – e era de fato, pois vivia no mundo da lua – porém vinha um pequeno grilo e falava: para de “viajar na maionese” e vai ser outra coisa. Decidir ser médico. Que coisa… Lá estava o grilo e me dizia: não vai não.
Talvez por isso tudo é efêmero. Todas as vezes que queremos ser algo ou fazer alguma coisa, o nosso velho e chato grilo nos diz não. Passar por essa fase é imprescindível e inevitável. Até que um dia você acredita que venceu seu grilo, e nada mais se torna e/ou é passageiro. Confuso?
Fácil para desconfundir é simplesmente pensar. Eu posso fazer isso ou aquilo? Dependendo do isso ou aquilo a resposta é não. Sinal que seu grilo ainda está vivo. Ele faz assim você viver de forma efêmera.
Decidir vencer meu grilo de uma maneira. Usando meu conjunto lexical para expressar sensações que jamais diria em áudio. Portanto a única coisa que não passa são as palavras. Enfim consegui me tornar imortal – sem mesmo entrar para Academia de Letras ou virar super herói como já quis ser na infância. Escrever, expressar idéias, construir ideologias, criticar pensamentos é o que nós faz imortais e ao mesmo tempo não – efêmeros. O medo de falar é que nos transforma em adubos esquecidos em cemitérios.
Na verdade temos de acreditar que um dia tudo vai acabar. Só as palavras vão ficar. Só este blog sobreviverá. E eu?… Sei lá. Tudo pode acabar como a música da sábia Rita Lee: Tudo vira bosta.