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Para aqueles que não compreenderam meus “Pensamentos Póstumos” impressos de forma eletrônica neste blog.  Para ser preciso no post “Para que lado Ipatinga está? Vulgo O Chapéu.” eu me determino a lhe esclarecer algumas coisas.

Embora não precise explicar o que escrevo, pois o faço de forma clara. O fato é que não apoio um ou outro político local. Eu sim faço criticas e convido-lhes a observar, refletir e inferir sobre nossa atual situação. Afinal, quem foi que deu chapéu em nós? Não sei. Tenho apenas suspeitas e sendo assim deixo pistas pra você leitor descobrir.

Meus caros, não é fácil falar sobre política e muito menos usar de signos para tal desenvolvimento textual.

O Chapéu

O chapéu, por exemplo, é usado para esconder algo, seja ele o sol ou a calvície. O fato é que não quero ser calvo na política de minha cidade. Vejo a bagunça eleitoral que se constituiu e não vejo união por parte dos mais interessados em reconstruir nossa bela Ipatinga. Como já havia citado, esse estado de Gomorra Poliseia deve ser interrompido. Chega de sermos calvos aos acasos políticos vividos por nós.

Dar chapéu é errado. Foi o que aprendi. A justiça nós deve uma loção anti-calvície, para que nós possamos retomar nossa ordem política. Enquanto isso não acontece quem perde com tudo isso  somos nós e ninguém mais.

Marquione Ban