Os “manchetistas”: uma visão sobre ativistas políticos digitais, sobre nós

Sei que o termo não existe, mas quero usar de toda a licença poética que podemos adotar para vincular essa palavra ao que vivemos hoje em nosso país.

Como é sabido por todos, estamos no centro de uma crise político-democrática, moral, ética e etc. De um lado “coxinhas”. Do outro, “petralhas”. E, ainda, sob um muro, os que se dizem imparciais a tudo e lutam contra a crise e todos os seus protagonistas e antagonistas.

Esses personagens, coxinhas, petralhas e imparciais vem me deixando atônitos nesses últimos dias. Confesso que não sei como retiro pensamentos organizados para vos escrever. Isso porque, eles protagonizam batalhas épicas nas redes sociais. Suas armas são os enunciados. Manchetes variadas e de acordo com sua tendência partidária. Na maioria das vezes, falsas. Criadas apenas para moldar a pobre mente dessas personas digitais.

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Como estudar em tempos de crise?

midia-indoor-dinheiro-economia-negocio-poupar-poupanca-moeda-orcamento-custo-credito-financiamento-imobiliario-imovel-compra-comprar-casa-deposito-banco-financas-financeiro-1272899844076_956x500A crise atual em que nosso país se encontra nos faz refletir onde, quando e como investir. São questões, que se não pensadas corretamente, nos levam a uma decisão equivocada e a perda de dinheiro. A crise faz com que coloquemos o pé no freio literalmente.

Mas onde podemos investir nesses tempos? A resposta pode ser simples. No entanto, a pergunta é errada. Não devemos perguntar onde investir, mas como aproveitar o momento e obter ganhos para o futuro. Esse é o “X” da questão.

Um das formas de fazer isso é bem clara. Aproveitar ao máximo as promoções. Outra resposta bem coerente é se qualificar. Isso mesmo? Eis o tempo de qualificação.

Quando o mercado entra em crise vem com ele desemprego. Os primeiros a cair são aqueles que não tem qualificação. Essa lógica entra na máxima de se fazer útil.  Aquele que é útil não é desprezado. Junto a isso, há também as contrações de pessoas qualificadas para resolverem problemas pontuais relacionados ao momento. Ter qualificação nessa época é garantia de empregabilidade e sobrevivência.

Mas se não tenho qualificação, por que devo buscar uma? E justo agora com a crise?

Meu jovem Padawan,vocês não sabe de nada. Crises vão e voltam. E além disso, empresas precisam sobreviver e agora que fazem muitas, muitas, mas muitas mesmo, promoções. Além de tudo isso, conhecimento é algo que ninguém pega de você, nem mesmo uma crise.

Aproveitar as condições deixadas pelas empresas são essenciais. Olhe só. Uma faculdade da minha região (Eis aqui o site deles para quem quiser saber mais) está dando 50% de desconto no semestre para quem entrar na faculdade agora. O que isso significa? Para os que olhos não tem, nada. Mas para você muito. A oportunidade de começar uma faculdade.

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Imagina se seu curso escolhido custar R$ 1000, 00 a mensalidade. Isso significa que o semestre lhe custará R$ 6000,00. Com esse desconto, você economiza R$ 3000,00 reais que podem ser investidos em poupança para o próximo semestre ou outro curso de qualificação.

Para economizar mais ainda, você pode usar uma dessas financiadoras sem juro. Quase toda  faculdade tem. Em épocas comuns, creio que o maior desconto que você teria era de 15% na matrícula.

Com a qualificação vem um melhor currículo e uma melhor colocação no mercado. Pense nisso. Pesquise. E aproveite enquanto há tempo.

Tem outras formas de economizar para estudar? Diga-nos nos comentários.

Por Marquione Ban

A PRIMAVERA TUPINIQUIM

600x400x1011811_530578430339608_1010214545_n.jpg.pagespeed.ic.BQ9tzql4GwMuitos ainda não acreditam no que está acontecendo no país. Os mais céticos pesam que o movimento assim como a primavera, tem data para acabar. Frases acerca do assunto nos mostram o ceticismo de muitos. De fato não somos árabes lutando contra ditadores, mas acordamos para uma realidade e tudo graças à boa e velha inflação  que nos atormenta desde os tempos de Sarney – embora para mim ele nunca chegou ao fim – aos louros do afamado plano Real.

Aumento das passagens, corrupção excessiva – embora nunca se houvesse “punido” tanto no país -, saúde sucateada, mobilidade urbana inexistente nas capitais e grandes cidades, preço dos alimentos em alta constante, educação inexpressiva e um país que é a 6ª ou 7º maior economia do mundo.

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Como podemos ser tão ricos e tão pobres? Nossa Primavera Tupiniquim descobriu a resposta com os gastos da Copa. Não somos otários e muito menos ingênuos, mas a explosão brasileira – créditos para TV Aljazira – se dá no momento em que a classe média que sempre viveu bem no país, em relação aos pobres, se sentiu lesada e aderiu aos jardins sem planejamento e sem visitantes das minorias.

O gigante acordou. E acordou com vontade de mudar essa nação, se não foi essa a intenção ele pelo menos sacudiu e ainda sacode muito os pilares do “jeitinho brasileiro” de governar.

Como muitos comentam nas redes sociais as minorias já estavam nas ruas protestando. Mas não era suficiente para levantar o gigante. Agora aderiram as causas a classe média. Nossa primavera é constituída de jardins planejados e margaridas plantadas no canto do quintal. De discursos múltiplos e ativistas conscientes das várias causas, embora o governo finja não entender.

A primavera tupiniquim pode ser o principio da mudança de pensar do cidadão e esse deve ser o maior legado. Como toda estação, ela certamente terá fim. Que venha um verão de sol escaldantemente consciente nas urnas em 2014. Não nos adiantará termos colhidos flores e as feitos desabrochar se seus frutos não vingarem.

Que nossa Primavera Tupiniquim não vire enredo de carnaval e nem seja lembrada no livros de história com os dias em que o Brasil acordou, levantou e resolveu sambar. Simplesmente sambar nas suas avenidas.

Em reforma

Durante meses se quer olhei para espaço maravilhoso. Parece clichê, mas não é. Realmente eu considero este espaço uma obra prima da anárquica internet. Embora ainda enfrente algumas dificuldades para abastecê-lo eu me esforçarei para tal.

Enquanto minhas nobres forças se acabam no TCC – trabalho de conclusão de curso – do qual me pego a questionar sua simples e importância existência, eu me dedicarei a falar sobre essas angustias aqui como se fosse um livreto simples e curto. Por que aqui eu posso se eu e não a 3ª pessoa do singular ou plural. Aqui posso dar minha opinião e mostrar o que eu sei sem me abastecer de autores que às vezes nem sei quem são.

 

por Marquione Ban 

Anistia Internacional lança rede social

A Anistia Internacional, inspirada no Facebook, criou o Tyrannybook, uma rede social voltada à vigilância dos líderes mundiais que não respeitam os Direitos Humanos hoje.

As pessoas que se ingressarem na rede social Tyrannybook terão a oportunidade de seguir o perfil de líderes mundiais considerados tiranos pela Anistia Internacional. Os seguidores receberam informações atualizadas sobre seus crimes contra humanidade fornecidas pela própria Anistia ou através da colaboração dos usuários.

Assim como nas demais redes sociais – Orkut, Facebook, Twitter e outros – o objetivo é tornar o site uma ferramenta permanente, que cresce com a participação das pessoas. Outra proposta e criar uma rede de defesa dos Direitos Humanos com maior atuação dos cidadãos mundiais.

Irene Rodrigues, porta-voz da organização em Portugal, disse nesta segunda-feira (10/05) à Agência EFE que a iniciativa, cuja ideia original é do publicitário Leo Burnett Iberia, se tornou “um sucesso”, depois de uma semana de sua inauguração.

Segue a lista dos 10 mais populares tiranos seguidos no site: Ramzan Akhmadovich Kadyrov, da Chechênia; Aleksandr Lukashenko, de Belarus; Thomas Lubanga Dyilo, da República Democrática do Congo; Mahmoud Ahmadinejad, do Irã; Than Shwe, de Mianmar; Kim Jong-il, da Coreia do Norte; Omar Hassan Ahmad al-Bashir, do Sudão; Radovan Karadzic, da Sérvia; Robert Mugabe, do Zimbábue; e Hu Jintao, da China.

por Marquione Ban

imagens da internet

……meio termo…….

Um universitário ao escolher sua faculdade espera ficar muito tempo na Universidade. Quando começa o curso pensa que o tempo demorará a passar. Se espanta quando chega a data da formatura e então percebe que seus pensamentos iniciais estavam errados. Este semestre está sendo marcada por todos esses pensamentos universitários iniciais a caminhada acadêmica.

O tempo para qualquer aluno é sempre o herói e o vilão. Nesta último período ele – o tempo – é o meio termo. É o herói de todos que batalharam durante 7 semestres para aprender disciplinas que muitas vezes nunca se pensou em estudar, ou entender conceitos que alguns “mortais” nunca compreenderiam. È o herói da formatura, da profissionalização, da titularidade do chamado, ou seja, podemos ser chamados de JORNALISTAS, PUBLICITARIOS, COMUNICOLOGOS. Podemos esquecer que o tempo é vilão e considerar somente as vitórias, as alegrias e os sonhos realizados. O sonho do diploma.

O tempo também é o vilão. Vilão das decepções acadêmicas, de inimizades não transformadas em amizades. De conceitos incompreendidos. Da profissionalização banalizada na não exigência de um diploma. De tempos de inimizade – TI’s. De tempos de derrotas mais que perdidas e de tristezas, que não cabe a mim lembrar.

O mesmo tempo que hoje nos consome em alegria de nos formamos, nos trouxe a tristeza da separação. O meio termo sempre imperfeito a todos que querem a perfeição nos adianta emoções intensamente guardáveis e descartáveis. Perfeitamente defeituosas e ludicamente reais.

Contudo, nos despedimos de uns semestres, uns anos, um trecho da vida, uma faculdade, umas amizades, umas parcerias, umas vitórias e umas conquistas, uns professores, mestres e doutores, de fantasmas, de historias. Despedimos-nos de um inicio e de um fim e construímos a partir de hoje de um meio. Simplesmente um meio.

Situamos neste meio chamado comunicação. Usando de ferramentas como Jornalismo e Publicidade. Situamos em um meio ao qual temos nome. Temos um termo que nos delega JORNALISTA, PUBLICITÁRIO.

Por Marquione Ban

Léxico

A partir de agora aqui no Pensamentos Póstumos, uma vez por semana, daremos o significado de palavras para que seu conjunto lexical fique cada dia mais completo.

Lembrando que léxico significa conjunto de vocábulos de um idioma; vocabulário; dicionário.

A dica de hoje é o verbo obnubilar:  

Obnubilar – Obscurecer, toldar, turvar (como se fosse visto através de uma nuvem). Enfraquecer a inteligência. Obsedar, causar obsessão.  Obscurecer-se, pôr-se em trevas.

por Marquione Ban

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Meus passeios pelo bosque dos Pensamentos

De modo póstumo dedico este texto a todos os neurônios perdidos para construção desta narrativa.

Sempre fico a pensar sobre as coisas da vida como: quem nasceu primeiro o ovo ou a galinha? Sinceramente acho tudo isso muito tosco, embora necessário. Foi então que descobri duas respostas possíveis para essa problemática humana que se arrasta desde o primórdio de sua constituição de consciência.

  1. Ponto de vista do evolucionista – na verdade sobre o que eu entendo da teoria evolucionista – o ovo nasceu primeiro devido animais ancestrais se transformarem nos atuais. Antes alguns botavam ovos e foi na fase embrionária que ocorreu mutação para gerar os animais hodiernos.
  2. Ponto de vista bíblico – a galinha. Deus criou todos os animais primeiros. Depois eles se reproduziram. Então o ovo veio depois.

Toda essa bobeira pensativa me ajudou a entender algo. Não interessa quem nasceu primeiro, o que necessito verdadeiramente é pensar. Entrar neste bosque meditativo e assim como “Alice no país das maravilhas”, enlouquecer e compreender que não há a loucura e crescer nas ociosidades contemplativas da vida.

Para que? Por que? Onde? Como? Quando? Que? Hum? Não entendi? São expressões que alegram e fazem com que meus eleitos neurônios – para morrerem – descubram quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha, Sarney ou o Senado, dentre outras questões que afligem a neurótica humanidade.

Para finalizar, pensei novamente e questiono as hipóteses anteriores criadas por mim e firmo um terceira idéia.

3. Os dois – ovo e galinha – afinal se considerarmos que o ovo é o embrião da galinha, então o ovo é uma galinha e a galinha é um ovo.

por Marquione Ban

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Projeto de lei 9840 poderia ter mudado situação política de Ipatinga

No mês passado foi entregue à Câmara dos Deputados o projeto de lei de iniciativa popular lei 9.840. O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) tem como objetivo ao entregar o projeto, alterar a lei 9.840 propondo o aumento do tempo de punição para oito anos de inelegibilidade, agilizar o os processos judiciais eleitorais e enumera maior conjunto de situações que impedem a candidatura de políticos “ficha suja”. 

Caso a lei 9.840 estivesse aprovada e em prática nas eleições municipais passadas, o cenário político de Ipatinga e tantas outras cidades seriam diferentes.  Possivelmente Chico Ferramenta não seria candidato. A proposta popular prevê que políticos com julgamento em segunda instância não devem ter registro de candidatura liberado, que é o caso do ex-Prefeito. Chico teve sua prestação de contas do mandato de 90 e 92 rejeitadas pela Câmara de Vereadores e Tribunal de Contas da União (TCU). 

Não só o petista não poderia se candidatar, mas como o ex-Prefeito Quintão. Isso na eleição extemporânea de Ipatinga, que iria acontecer neste mês. Assim como Ferramenta, Quintão possui processos judiciais em segunda e terceira instância ainda não julgados e outros sentenciados.

Com essa proposta de lei o cidadão brasileiro não verá nos palanques figuras como Maluf, Renan, Deputado do Castelo, Quintões e Ferramentas. Se a lei for aprovada até abril de 2010 ela valerá para as eleições presidenciais. 

Quem está por de traz do MCCE?  

No ano de 1996, a Campanha da Fraternidade – C.F. – foi sobre política. Diante esse debate que durou todo o ano de 96 a Comissão Brasileira de Justiça e Paz (CBJP), que é da CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – inspirada na C.F. lançou o projeto “combatendo a corrupção eleitoral” em 1997. Através deste projeto criou-se o projeto de lei 9.840 que foi aprovado em 1999, depois do CBJP entregar mais de um milhão de assinaturas aos deputados. 

Com o intuito de garantir a aplicação da lei 9.840, criou-se em 2002 o Movimento de Combate a Corrupção Eleitoral – MCCE. A organização é formada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Comissão Pastoral da Terra (CPL), Associação Brasileira dos Magistrados, Procuradores e Promotores Eleitorais (ABRAMPPE), Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e outras.

 Saiba mais:

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Intolerância religiosa

Segundo o site Postas Abertas os cincos países com maior intolerância religiosa são a Coréia do Norte, Arábia Saudita, Irã, Afeganistão e Somália. Ao todo o portal enumera 50 nações não cumprem com o artigo 18 da Declaração dos Direitos Humanos. “Toda pessoa tem o direito a liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião e/ou crença (…)” afirma a Declaração. 

Caso queira ler mais sonre o assunto entre em O ANUNCIADOR.

 

                                                                                                                                                                         Marquine Ban

Lambisame

Para aqueles que nunca ouvirão o causo do Lambisame, prestem atenção e morram de rir.

                                                                                                                                          José das Couves Flores