O Shopping, uma escada e uma cidade

Estranho escrever sobre isso, mas vocês precisam morar aqui. Na verdade, precisam ver o quanto algumas poucas pessoas transformam uma cidade inteira. Ou melhor, como uma simples escada rolante muda o cotidiano, e de mera futilidade arquitetônica passa a 8ª Maravilha do Mundo.

 O Shopping

Projeto final da expansão do Shopping do Vale

Projeto final da expansão do Shopping do Vale

Como em todo lugar, o shopping possui várias lojas, praça de alimentação, estacionamento, cinema e blá blá blá. Quando o shopping abriu aqui, foi um furdunço. As pessoas enlouqueceram. Foram aos salões, vestiram as melhores roupas e calçados. Chegaram no afamado shopping e se depararam com um lugar coberto e com ar-condicionado, cheio de lojas comuns, que vedem artigos comuns e uma praça de alimentação que vende alimentos. Nada mais. O encanto se quebrou aí. Passaram alguns belos meses e as pessoas lá estavam de havaianas, bermuda e camisetas.

A escada

A famosa escada rolante do Shopping, ainda em projeto. Não consegui fotos.

A famosa escada rolante do Shopping, ainda em projeto. Não consegui fotos.

Para que serve uma escada? Para subir e descer… Creio eu. Aqui não. Em minha cidade, ela é motivo de festa. Afinal, não é comum, é rolante. Sobre e desce sem que você mexa suas pernas. Oh!!! Essa deve ter sido a definição dada pelos marketeiros do shopping local. E os dirigentes compraram a ideia. Eles anunciam sem parar nas rádios desde o meio de dezembro de 2014, a expansão do shopping, ainda nem concluída, mas com um mega benefício para você, a “escada rolante”. E saibam de uma coisa, as pessoas foram lá ver. E andar. Subir e descer.

A cidade: Ipatinga

Se fosse um pândego faria piadas infames nesta hora, não porque não gosto de minha cidade, mas pela ingenuidade que seus habitantes possuem ou pela “nosense” que habita este lugar.  Ok. Na cidade não havia uma escada rolante. Mas é necessário vangloriar isso? Temos 50 anos de emancipação. Somos o coração do Vale do Aço. Sustentamos uma empáfia a ponto de falarmos nas ruas, eu já ouvi muito isso, que somos capital do Vale do Aço. As pessoas dizem pelas ruas daqui: “as cidades do interior”; “vou viajar para o interior”. Onde estás cara pálida? No interior. A 213,9 km de Belo Horizonte, capital. Yes, somos interior!

A capital do Vale do Aço

A capital do Vale do Aço

Tudo isso me assustou. Assustou quando ouvi nas rádios locais a publicidade chamando para andar de escada de rolante. Nas redes sociais os comentários alegres de que iam inaugurar a escada rolante. Me assustou o menosprezo de uma instituição comercial tirar proveito de algo tão banal. Me assustou ver que as pessoas compraram a ideia. E me assusta, todas as vezes que vou lá, no shopping, a “nosense” de meus conterrâneos, admirando uma escada.

Cinco coisas para não fazer quando viajar de ônibus

Parece estranho escrever sobre isso, mas não é. Afinal, as pessoas pensam que sabem o que fazer e não fazer ao viajar. “Sabem de nada inocentes!”. Elas não só não sabem, como pensam ser corretas as atitudes que praticam na hora da viagem.

Tenho ido toda semana para Belo Horizonte, onde curso minha pós em Marketing Digital e Mídias Sociais, e tenho uma coleção de histórias e maluquices coletadas ao longo de 4 a 6 horas de BR 381. Em um volta de BH para minha cidade, Ipatinga-MG, conversando com uma amiga veio a ideia de escrever sobre isso.

São apenas cinco situações. Tem até mais. Mas se as pessoas assimilarem essas, euficarei muito feliz.

Vejam as dicas:

  1. Nunca, nunca mesmo, mas nunca vomite na janela.

Para quem não conhece, eis o saco de vômito.

Para quem não conhece, eis o saco de vômito.

É um ato porco, ridículo e etc. Estava eu tranquilo em minha poltrona com a janela aberta, pois a Presidente, empresa que faz o trajeto, não coloca em todos os horários linhas com ar-condicionado, quando de repente algo começa a surgir no vidro. Minha sorte que a janela estava um pouco aberta. Cerca de alguns centímetros e com a cortina no local da abertura. Imediatamente a fechei. Uma mal educada, que não conhece saco de vômito, expeliu seu café da manhã tomado na péssima cantina da rodoviária.

Gente, pelo amor de Deus! Existem sacos de vômitos e sacolas por aí. Sem contar no banheiro do bus. Vai lá. Não dói. Mas nunca, nunca mesmo, faça isso na janela.

  1. Não ligue o celular em rádios ou naquela sua playlist favorita. Ela não é minha escolha ou dos outros

Pelo amor de Deus, se você pretende ouvir música durante sua viagem adquira uma invenção mega moderna chamada “fone”. Ela é super prática e deixa as pessoas ao seu lado protegidas de seu “maravilhoso gosto musical”.

Use fone. Use fone. Use fone. Use fone.......

Use fone. Use fone. Use fone. Use fone…….

  1. Não pense que a poltrona é cama.

Reclinar a poltrona para uma boa viagem é bem legal, mas achar que ela é uma cama não. Seja gentil, ao reclinar a poltrona olhe para traz, veja o indivíduo que está ali e pense o quanto suas pernas podem ficar espremidas. Afinal, ele pode não ter reclinado a dele. Ou ser muito alto. Ou apenas querer espaço. Tem mais, viagens, mesmo as longas, não lhe dão direito de sanar o espaço alheio, o valor das passagens foram iguais. Ah, e ao levantar nas paradas, lembre-se de voltar às poltronas para o lugar, o ser que senta atrás de você também precisa descer.

Sempre pense na pessoa na poltrona detrás.

Sempre pense na pessoa na poltrona detrás.

  1. Mantenha as crianças no lugar

Amo crianças. Elas são espontâneas e nos fazem rir mesmo com raiva. Contudo, em um ônibus, as prenda. Não deixem sair do lugar. Muito mesmo chutar as poltronas. Isso incomoda. Agora, tem uma coisa que não entra na minha cabeça, vai viajar com crianças compre uma poltrona para ela. Nunca as leve no colo. Se  acontecer algum acidente elas estão desprotegidas, sem falar que não deve ser nada confortável para ela viajar no colo.

  1. “Farofa” no ônibus: nunca leve

Farofeiros não.

Farofeiros não.

Quando eu era criança, lembro de minha vovó indo a São Paulo e minha mãe fazendo um lanhe para ela. Neste caso, frango frito e café. Gente, isso tem cerca de 20 anos ou mais.  Naquele tempo, era muito comum as pessoas fazerem isso. Principalmente as pessoas da roça. Hoje os tempos são outros. Ninguém mais faz isso. Ao menos pensava assim. Sai o frango frito e entra a porcaria de chips de queijo com cebola. Puta que Pariu, isso fede o ônibus todo e causa aquela vontade de jogar tudo para fora. Gente há coisas melhores para fazer a “farofa no bus”. Levem biscoitos de polvilho, biscoitos recheados, mas essa porcaria de chips de queijo com bacon e cebola NÃO.

Bônus

Não é uma mega dica, mas uma questão de educação. Ao falar no celular dentro do bus, não grite. Eu não quero ouvir sua conversa e nem preciso saber aonde vai e o que vai fazer. Pior ainda, não preciso ouvir seu sermão sobre casamentos, religião, trabalho e etc. Pessoas em viajem estão em viajem. Ligue se for necessário. Leia durante a viagem, ouça músicas (com o fone), medite, mas não grite ao celular.

Poderia escrever aqui uma infinidade de situações e dicas, mas peço apenas que as pessoas se orientem pelo bom senso, educação e respeito. Qual a sua dica ou indignação na hora de viajar? Comente.

A Turma da Dilma

O Ilustrador e designer Burcher Billy criou essas ótimas peças mostrando a Turma do Mônica da pólica desta nação. As peças são um mashup. 

O termo Mashup veio da música, mais especificamente da eletrônica e significa misturar. Na música eles são visíveis em mixagens feitas por DJs que a partir de uma música e sua melodia, obtém-se outra a partir de suas batidas. Em fim, mashup significa misturar.

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fonte ((( TRETA )))

A PRIMAVERA TUPINIQUIM

600x400x1011811_530578430339608_1010214545_n.jpg.pagespeed.ic.BQ9tzql4GwMuitos ainda não acreditam no que está acontecendo no país. Os mais céticos pesam que o movimento assim como a primavera, tem data para acabar. Frases acerca do assunto nos mostram o ceticismo de muitos. De fato não somos árabes lutando contra ditadores, mas acordamos para uma realidade e tudo graças à boa e velha inflação  que nos atormenta desde os tempos de Sarney – embora para mim ele nunca chegou ao fim – aos louros do afamado plano Real.

Aumento das passagens, corrupção excessiva – embora nunca se houvesse “punido” tanto no país -, saúde sucateada, mobilidade urbana inexistente nas capitais e grandes cidades, preço dos alimentos em alta constante, educação inexpressiva e um país que é a 6ª ou 7º maior economia do mundo.

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Como podemos ser tão ricos e tão pobres? Nossa Primavera Tupiniquim descobriu a resposta com os gastos da Copa. Não somos otários e muito menos ingênuos, mas a explosão brasileira – créditos para TV Aljazira – se dá no momento em que a classe média que sempre viveu bem no país, em relação aos pobres, se sentiu lesada e aderiu aos jardins sem planejamento e sem visitantes das minorias.

O gigante acordou. E acordou com vontade de mudar essa nação, se não foi essa a intenção ele pelo menos sacudiu e ainda sacode muito os pilares do “jeitinho brasileiro” de governar.

Como muitos comentam nas redes sociais as minorias já estavam nas ruas protestando. Mas não era suficiente para levantar o gigante. Agora aderiram as causas a classe média. Nossa primavera é constituída de jardins planejados e margaridas plantadas no canto do quintal. De discursos múltiplos e ativistas conscientes das várias causas, embora o governo finja não entender.

A primavera tupiniquim pode ser o principio da mudança de pensar do cidadão e esse deve ser o maior legado. Como toda estação, ela certamente terá fim. Que venha um verão de sol escaldantemente consciente nas urnas em 2014. Não nos adiantará termos colhidos flores e as feitos desabrochar se seus frutos não vingarem.

Que nossa Primavera Tupiniquim não vire enredo de carnaval e nem seja lembrada no livros de história com os dias em que o Brasil acordou, levantou e resolveu sambar. Simplesmente sambar nas suas avenidas.

……meio termo…….

Um universitário ao escolher sua faculdade espera ficar muito tempo na Universidade. Quando começa o curso pensa que o tempo demorará a passar. Se espanta quando chega a data da formatura e então percebe que seus pensamentos iniciais estavam errados. Este semestre está sendo marcada por todos esses pensamentos universitários iniciais a caminhada acadêmica.

O tempo para qualquer aluno é sempre o herói e o vilão. Nesta último período ele – o tempo – é o meio termo. É o herói de todos que batalharam durante 7 semestres para aprender disciplinas que muitas vezes nunca se pensou em estudar, ou entender conceitos que alguns “mortais” nunca compreenderiam. È o herói da formatura, da profissionalização, da titularidade do chamado, ou seja, podemos ser chamados de JORNALISTAS, PUBLICITARIOS, COMUNICOLOGOS. Podemos esquecer que o tempo é vilão e considerar somente as vitórias, as alegrias e os sonhos realizados. O sonho do diploma.

O tempo também é o vilão. Vilão das decepções acadêmicas, de inimizades não transformadas em amizades. De conceitos incompreendidos. Da profissionalização banalizada na não exigência de um diploma. De tempos de inimizade – TI’s. De tempos de derrotas mais que perdidas e de tristezas, que não cabe a mim lembrar.

O mesmo tempo que hoje nos consome em alegria de nos formamos, nos trouxe a tristeza da separação. O meio termo sempre imperfeito a todos que querem a perfeição nos adianta emoções intensamente guardáveis e descartáveis. Perfeitamente defeituosas e ludicamente reais.

Contudo, nos despedimos de uns semestres, uns anos, um trecho da vida, uma faculdade, umas amizades, umas parcerias, umas vitórias e umas conquistas, uns professores, mestres e doutores, de fantasmas, de historias. Despedimos-nos de um inicio e de um fim e construímos a partir de hoje de um meio. Simplesmente um meio.

Situamos neste meio chamado comunicação. Usando de ferramentas como Jornalismo e Publicidade. Situamos em um meio ao qual temos nome. Temos um termo que nos delega JORNALISTA, PUBLICITÁRIO.

Por Marquione Ban

Intolerância religiosa

Segundo o site Postas Abertas os cincos países com maior intolerância religiosa são a Coréia do Norte, Arábia Saudita, Irã, Afeganistão e Somália. Ao todo o portal enumera 50 nações não cumprem com o artigo 18 da Declaração dos Direitos Humanos. “Toda pessoa tem o direito a liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião e/ou crença (…)” afirma a Declaração. 

Caso queira ler mais sonre o assunto entre em O ANUNCIADOR.

 

                                                                                                                                                                         Marquine Ban

A circularidade do tempo

Penso. Logo posso escrever-lhes o que penso. No entanto nuca havia antes parado para logar – de logos: pensamento racional – sobre a circularidade do tempo. Tudo começa onde termina ou o contrário.

Essa grande roda do tempo me faz pensar sobre questões que permeiam hoje e que foram sabatinadas pelos grandes pensadores e pequenos analfabetos – no entanto não menos sábios – como por exemplo a excomunhão e o poder eclesial. É fato que tirar de um fiel a possibilidade de participar efetivamente de sua fé é transtornador, porem justo, se este não é fiel aos seus pensamentos.

O tempo roda e nos leva a caminhos nunca antes pisados e/ou muito pisoteados, a ponto de se quer sentirmos as pedras pelo caminho. Esse circulo vive inebriado de poeira e rastos. Tudo para que compreendamos que o tempo passa e volta atras com a mesma alegria com que nos feriu ou nos fez sorrir.

A tempos e tempos. O homem sabe disso muito bem, mas não foi suficiente tal conhecimento para amadurecer a sua sabedoria. Por mais hodierna que seja a sociedade mais atrasada em seu tempo ela se encontra. Contemporaneidade nesta época não passa de um palavra souta e sem significado.

Estar elem do seu presente não é destruir seus valores construídos ao longo dos anos. Ser contemporâneo é pensar com a mente de quem já viveu uma tempo. Uma época. De quem experimentou e experienciou de tudo uma muito, e não um pouco.

O tempo é passageiro, mas de vez em quando nos embarca com a mesma bagagem. Em nossa retorica minimalista não reconhecemos aquilo que vivenciamos antes.

Póstuma é a sabedoria, ou não. Ao menos é o que tempo nos apresenta. A sua circularidade nos coloca em uma prisão. Pode ser também, que não o interpretamos e escolhemos permanecer no circulo vicioso e protegido do tempo.

Circulai-vos, pois o tempo não espera, caminha a passos não acompanháveis, ora por nossa falta de paciência, ora por nossa extrema vagareza.

                                                                                                                                                                                        por Marquione Ban

Cansei

Fazer as coisas forçado não é nada bom. Prova disso é o animo dos ipatinguenses com as novas eleições. Se perguntares a algum deles quem é seu candidato, todos irão responder: “não sei”.

Cansei de fazer tudo de modo ordenado e coeso. Preciso de rebeldia e agitação, embora minha mente se quer consegue mandar em meu corpo.

Sabe fazer TCC e ainda ouvir do professor que é para entregar na primavera, hoje, é de lascar. Se fosse só isso ainda ia. Tenho de fazer um blog sobre um tema  para passar em web.

Acho que o melhor que me aconteceu neste tempo de reclusão e rebeldia mental foi apenas o twitter. Que bacana. Me add ai @marquioneban.

 

                                                                                                                                                                                                             Marquione Ban

Criminosos da delatação.

É possível que haja um comunicólogo isento de qualquer juízo de valor sobre fatos noticiados e/ou publicados?Essa grande questão é simplesmente refletida no meio acadêmico como se fosse um fantasma. Poucos  discutem. Os que discutem o fazem de portas fechadas.

A utopia de que os profissionais da comunicação devem e são imparciais aos acontecimentos sem atribuir-lhes opiniões, é ensinado nas faculdades, escolas e nos meios de comunicação. O que realmente se vê é um show de aplicações de juízo de valor. Ao descrevermos a função do jornalista sempre anunciamos – com um sorriso de orelha a orelha – que é mostrar todos, todos mesmo, os lados ou as verdades de um fato.

É provável que seja verdade esta afirmação. No entanto sempre frisamos, destacamos, ampliamos, editamos o que realmente interessa, não o leitor, mas sim o jornalista, o jornal, o publicitário e até o dono do veiculo onde se publica a noticia edita.

Nenhuma fala é inocente. Somos criminosos ao delatar versões de fatos. Prostitutos ao comungarmos com editoriais e sansões de clientes. Em nossa grande realidade hodierna é necessário delatar esses profissionais que vão onde o grande vento verde os leva. Porem se delatarmos esses “nobres” companheiros nos tornaremos semelhantes a eles, afinal quando denunciamos tomamos partido.

Ao descermos do muro da “imparcialidade” assumimos a postura de criminosos perante um sistema absolutista. A cultura da parcialidade travestida de “(in) parcialidade” que reina e provavelmente reinará por longos anos. Enquanto não viramos criminosos da delatação continuaremos como legítimos portadores da (in) parcialidade jornalística e coisificados pelo grande rei (in) parcial.

Marquione Ban

Estatuto do Homem

O caráter fidedigno do pensamento humanista de Thiago Melo nos traz esperança de realizarmos uma utopia. Ser livre. Para Platão os signos são arbitrários. Usando desse pensamento póstumo a palavra liberdade nada mais é que uma grande prisão que a humanidade inventou. O ultimo artigo desse Estatuto deve ser visto como a possibilidade de liberdade na sua real significância: “liberteza” da liberdade.

Marquione Ban

“Lição de lhaneza (afabilidade)” no TSF.

 

Barraco no STF /Foto retirado da url: http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u332377.shtml
Barraco no STF /Foto retirado da url: http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u332377.shtml

 

 

 

O grande pop star do TSF – para quem não sabe: Tribunal Superior Federal – o ministro Gilmar Mendes, cansou de aparecer na mídia como o salvador da pátria e protagonizou junto com seu nobre colega ou como eles preferem Vossa Excelência, Joaquim Barbosa o maior barraco – essa é a palavra apropriada – na historia do Tribunal.

 

Toda essa balburdia me fez lembrar de como as coisas acabam em pizza neste país. Vejamos a batalha:

 

 

 

É interessante que vejamos varias opiniões sobre o assunto. É o caso do jornalista Luciano Martins Costa que escreve:

“E não foi pouco: não fosse o vocabulário culto utilizado pelos magistrados em questão, as expressões usadas bem poderiam ser comparadas ao linguajar das torcidas de futebol.

Os jornais também oferecem ao leitor um histórico das desavenças havidas anteriormente na corte, e a Folha de S.Paulo se estende em explicar as causas do desentendimento específico entre Joaquim Barbosa e Gilmar Mendes, que vem desde a época em que ambos militavam no Ministério Público.”

Veja todo o texto no Observatorio da Imprensa.

Além de fatos como mensalão, dança dos deputados por impunidade, escandalo no Prouni, maquiagem da economia feita nos 4 primeiros anos de FHC, impitimam e outros fatos torridos de nossa história, agora teremos de conviver com uma justiça cega e barraqueira?

Veja as materias da Folha: http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u332377.shtml,

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u554762.shtml

 http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u555193.shtml .

Marquione Ban