Um ensinamento que Jesus nos deixou e nós ignoramos

Um texto sobre fé e tolerância. Jesus ensinou muitas coisas, mas seus seguidores as esqueceram.

O ANUNCIADOR

Você tem vários caminhos. Eles podem te levar ao mesmo destino, mas a escolha é sua. Você tem vários caminhos. Eles podem te levar ao mesmo destino, mas a escolha é sua.

Esta semana comecei a refletir sobre muitas coisas. Umas delas envolvia essa história de estado laico e também comportamentos sociais contemporâneos. Muito se fala. Muito se opina. E muitos tem a verdade encrustada em suas pronuncias. Ao menos pensam que tem. Mas o que isso tem há ver com os ensinamentos de Jesus? Tudo, meu caro padawan.

Comecemos pelo ensinamento que ignoramos: o livre arbítrio.

– Mas esse ensinamento é conhecido de todos. Deus nos deu. Como pode ter sido ensinado por Jesus?

– Explico.

O livre arbítrio nos foi dado por Deus desde nossa concepção. Se assim não fosse, não haveria fruto proibido no Jardim do Éden. Mas essa é outra história, um tanto quanto complicada. O que quero dizer é que temos nossas escolhas. Optamos por entrar ou não para o Reino…

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A Pequena Loja de Suicídios – Le Magasin des Suicides

le-magasin-des-suicides-afficheA animação de 2012, em parceria da Belgica, Canadá e França, é simples e bela. Le Magasin des Suicides, é uma animação singela que nos faz pensar sobre a vida. E também sobre aqueles que pensam na morte. O que fazemos pelos outros? Fica essa pergunta. E também outra: como vemos aqueles que flertam com a morte?

Parece ser sempre uma discussão para muitas do campo psicológico, mas não é. É relacional. É uma discussão humana.

A criança feliz é nesse mundo sombrio e cinza a ponta de felicidade que muitos tem. Em oposto o pai, sombrio e fiel a morte. A tradição da tristeza. Essa dicotomia percorre o filme o tempo todo e só se unem ao fim.

Le Magasin des Suicides é singelo, mas como tudo que é singelo carrega uma mensagem tocante e bela.

Assistam o filme. Será muito bom.

Adaptação

The Suicide Shop é a adaptação do livro de mesmo nome, escrito por Jean Teulé em 2007. O diretor Patrice Leconte decidiu fazer apenas algumas modificações, para tornar este filme “praticamente irônico com tanto otimismo”.

Sinopse

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Em uma cidade triste e depressiva, as pessoas não tem mais passatempos, e o comércio mais lucrativo é uma loja com produtos para suicídio. São cordas, venenos e outros instrumentos para ajudar cada cidadão a encurtar sua vida. O único problema é quando a proprietária da loja engravida e dá à luz a um filho alegre, repleto de vida. Grandes problemas esperam estes pobres comerciantes…

Momentos

As palavras fugiram.
O olhar vai longe no horizonte e perdido.
O corpo  não responde mais,
E os pensamentos …

….se tornaram vazios.

Um vácuo se firmou.
A espera é van. Se é que há.
O nada, completa aquilo que parece tudo,
Mas lá no fundo, existe apenas distração.
Esquecimento de que momentos passam.
Se vão.

E depois de tudo
O olhar ainda está lá.
Longe…Longe…

Mas lá.

Por Marquione Ban

JE NE SUIS PAS CHARLIE!

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Janeiro de 2015 a França se uniu contra o terror. E não só eles, todo o mundo. “Je suis Charlie” – Eu sou Charlie. Essas palavras ecoaram mundo afora como um clamor de paz. Por fim, líderes mundiais aderiam às massas e marcharam contra o terror e ataque a Liberdade de Expressão. Tudo isso foi e é de fato bonito. Solidário. Nada justifica o atentado.

No mesmo período outra atrocidade ocorreu. Na Nigéria, o Boko Haram massacrou cristãos. Os mortos nem foram contados. Pesquise sobre essa brutalidade.

Então, agora você sabe que junto ao atentado injustificável ao Charlie Hebdo e ao supermercado judaico na França centenas de cristãos foram motos na África. E por que só um foi informado? Porque era na Europa e lá morreram jornalistas e intelectuais. Na África, eram apenas cristãos.

“Je ne suis pas Charlie” – Eu não sou Charlie. Não por ser insensível. Pelo contrário, compadeço e oro pelas vítimas. Repúdio o terrorismo. Não sou Charlie, porque para eles a Liberdade de Expressão pouco importava. Fazer escárnio da fé alheia era é o objetivo de suas charges.

Liberdade de Expressão, que como disse o Papa em sua visita ao Sri Lanka, “possui limites”. O limite da liberdade de expressão é o outro. Se sua fala fere, agride, tenha certeza, o limite foi ultrapassado. E pode gerar a guerra. Morte. Como essas.

“Je suis l’humanité”. Je suis contre le terrorisme”.

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Estamos chocados com a maldade humana. E não é de agora. Desde os primórdios da humanidade. Foi assim com Caim e Abel. Foi assim com Hitler. Foi assim com as  Torres Gêmeas. Com EUA no Vietnã. Foi assim com o massacre não falado, mas real, massacre da Nigéria e que a mídia nem comentou, afinal não era na Europa. E é assim com Charlie Hebdo.

Eu não sou Charlie Hebdo. Eu não sou a favor dos terroristas.

Contudo, colocar uma virgula depois de “Eu sou Charlie Hebdo” ou dizer “Eu não sou Charlie Hebdo” não significa que você, eu e qualquer outra pessoa é a favor do terrorismo. Não mesmo. Significa que pensamos e enxergamos a história com olhos mais abertos e com menos manipulação midiática.

Não vou me estender nesse assunto. Apenas rezo pelas vítimas do atendado, que é injustificável, afinal, para quem já estudou um pouco sobre o islamismo, sabe que a religião prega a paz. Também sabemos que há radicais em tudo e não só nas religiões. Portanto, elas não são culpadas pelas mortes, mas sim homens que almejam muito mais que conviver e sim dominar o outro.

Apenas elenco para vocês ótimos textos, que poderão lhe ajudar a entender meu ponto de vista e de tantos outros mundo afora contra o terrorismo e a libertinagem de expressão. Assunto para outro post aqui no blog.

Leia:

  1. Estadão | Eu não sou Charlie Hebdo
  2. Aleteia | Eu condeno o atendado, mas não sou Charlie Hebdo
  3. Leonardo Boff | Eu não sou Charlie, je ne suis pas Charlie
  4. Brasil 247 | Porque eu não sou Charlie
  5. Dies Irae | Finalmente, sobre Charlie Hebdo e os atentados em Paris

Um parentese

Líderes mundiais marcharam na França em favor da liberdade de expressão, mas não marcham contra a fome, contra a perseguição cristã pelo Estado Islâmico. Contra o Boko Haram. Contras intervenções militares americanas. Contra as imposições americanas a diversos países do mundo. Contra a pobreza. Contra o destruição do meio ambiente. Contra… Ironias. Boa parte dos líderes ali presentes, em seus países são verdadeiros censuradores. Ironias.

Para mim, falta mais humanidade na humanidade. Falta Deus.

 Por Marquione Ban

 

Desejos de Ano Novo

Nunca é tarde para desejar um Feliz Ano Novo. E Drummond sabia muito bem disso.

Leia com o coração:

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Desejos de Ano Novo

“Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial. Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão.

Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos. Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez com outro número e outra vontade de acreditar que daqui para adiante vai ser diferente.

Para você, desejo o sonho realizado. O amor esperado. 
A esperança renovada.

Para você, desejo todas as cores desta vida. Todas as alegrias que puder sorrir, todas as músicas que puder emocionar.

Para você neste novo ano, desejo que os amigos sejam mais cúmplices, que sua família esteja mais unida, que sua vida seja mais bem vivida.

Gostaria de lhe desejar tantas coisas. Mas nada seria suficiente para repassar o que realmente desejo a você. Então, desejo apenas que você tenha muitos desejos. Desejos grandes e que eles possam te mover a cada minuto, rumo à sua felicidade!”

Carlos Drummond Andrade (Itariba, 31/10/1902 – Rio de Janeiro, 17/8/1987)
Poeta, contista e cronista brasileiro, licenciado em Farmácia.

“Êxodo: Deuses e Reis” um filme sobre escolhas e caminhos

Uma crítica sobre os sentimentos que esse filme gerou em mim. Um ótimo programa para o final de semana.

O ANUNCIADOR

Vale a pena ver o filme. Vale a pena ver o filme.

Talvez seja moda ou não, mas no último ano assistimos Noé, e este ano vimos Êxodo: Deuses e Reis. O primeiro causou polêmica ao mudar a história de modo sutil mas mudou contata nas catequeses e escolas dominicais por aí. Personagens sumiram e Noé foi apresentado como um homem novo, forte e galã. Com “Êxodo” não é muito diferente. Mas espera aí…que bom que temos tido filmes retratando a história do povo de Deus e suas aventuras.

Sobre Êxodo ou Exodus: Deuses e Reis tenho muitas percepções a contar. Alguns fúteis, outras não. Vou me ater às que realmente considero importante. Para começar, lembro que no filme há momento em que o choro vem ao ver a fé de um povo sofrido. Não todos desde povo, mas daqueles que a guardam, assim como nos dias de hoje poucos fazem. A experiência de ver…

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O Shopping, uma escada e uma cidade

Estranho escrever sobre isso, mas vocês precisam morar aqui. Na verdade, precisam ver o quanto algumas poucas pessoas transformam uma cidade inteira. Ou melhor, como uma simples escada rolante muda o cotidiano, e de mera futilidade arquitetônica passa a 8ª Maravilha do Mundo.

 O Shopping

Projeto final da expansão do Shopping do Vale

Projeto final da expansão do Shopping do Vale

Como em todo lugar, o shopping possui várias lojas, praça de alimentação, estacionamento, cinema e blá blá blá. Quando o shopping abriu aqui, foi um furdunço. As pessoas enlouqueceram. Foram aos salões, vestiram as melhores roupas e calçados. Chegaram no afamado shopping e se depararam com um lugar coberto e com ar-condicionado, cheio de lojas comuns, que vedem artigos comuns e uma praça de alimentação que vende alimentos. Nada mais. O encanto se quebrou aí. Passaram alguns belos meses e as pessoas lá estavam de havaianas, bermuda e camisetas.

A escada

A famosa escada rolante do Shopping, ainda em projeto. Não consegui fotos.

A famosa escada rolante do Shopping, ainda em projeto. Não consegui fotos.

Para que serve uma escada? Para subir e descer… Creio eu. Aqui não. Em minha cidade, ela é motivo de festa. Afinal, não é comum, é rolante. Sobre e desce sem que você mexa suas pernas. Oh!!! Essa deve ter sido a definição dada pelos marketeiros do shopping local. E os dirigentes compraram a ideia. Eles anunciam sem parar nas rádios desde o meio de dezembro de 2014, a expansão do shopping, ainda nem concluída, mas com um mega benefício para você, a “escada rolante”. E saibam de uma coisa, as pessoas foram lá ver. E andar. Subir e descer.

A cidade: Ipatinga

Se fosse um pândego faria piadas infames nesta hora, não porque não gosto de minha cidade, mas pela ingenuidade que seus habitantes possuem ou pela “nosense” que habita este lugar.  Ok. Na cidade não havia uma escada rolante. Mas é necessário vangloriar isso? Temos 50 anos de emancipação. Somos o coração do Vale do Aço. Sustentamos uma empáfia a ponto de falarmos nas ruas, eu já ouvi muito isso, que somos capital do Vale do Aço. As pessoas dizem pelas ruas daqui: “as cidades do interior”; “vou viajar para o interior”. Onde estás cara pálida? No interior. A 213,9 km de Belo Horizonte, capital. Yes, somos interior!

A capital do Vale do Aço

A capital do Vale do Aço

Tudo isso me assustou. Assustou quando ouvi nas rádios locais a publicidade chamando para andar de escada de rolante. Nas redes sociais os comentários alegres de que iam inaugurar a escada rolante. Me assustou o menosprezo de uma instituição comercial tirar proveito de algo tão banal. Me assustou ver que as pessoas compraram a ideia. E me assusta, todas as vezes que vou lá, no shopping, a “nosense” de meus conterrâneos, admirando uma escada.

Cinco coisas para não fazer quando viajar de ônibus

Parece estranho escrever sobre isso, mas não é. Afinal, as pessoas pensam que sabem o que fazer e não fazer ao viajar. “Sabem de nada inocentes!”. Elas não só não sabem, como pensam ser corretas as atitudes que praticam na hora da viagem.

Tenho ido toda semana para Belo Horizonte, onde curso minha pós em Marketing Digital e Mídias Sociais, e tenho uma coleção de histórias e maluquices coletadas ao longo de 4 a 6 horas de BR 381. Em um volta de BH para minha cidade, Ipatinga-MG, conversando com uma amiga veio a ideia de escrever sobre isso.

São apenas cinco situações. Tem até mais. Mas se as pessoas assimilarem essas, euficarei muito feliz.

Vejam as dicas:

  1. Nunca, nunca mesmo, mas nunca vomite na janela.

Para quem não conhece, eis o saco de vômito.

Para quem não conhece, eis o saco de vômito.

É um ato porco, ridículo e etc. Estava eu tranquilo em minha poltrona com a janela aberta, pois a Presidente, empresa que faz o trajeto, não coloca em todos os horários linhas com ar-condicionado, quando de repente algo começa a surgir no vidro. Minha sorte que a janela estava um pouco aberta. Cerca de alguns centímetros e com a cortina no local da abertura. Imediatamente a fechei. Uma mal educada, que não conhece saco de vômito, expeliu seu café da manhã tomado na péssima cantina da rodoviária.

Gente, pelo amor de Deus! Existem sacos de vômitos e sacolas por aí. Sem contar no banheiro do bus. Vai lá. Não dói. Mas nunca, nunca mesmo, faça isso na janela.

  1. Não ligue o celular em rádios ou naquela sua playlist favorita. Ela não é minha escolha ou dos outros

Pelo amor de Deus, se você pretende ouvir música durante sua viagem adquira uma invenção mega moderna chamada “fone”. Ela é super prática e deixa as pessoas ao seu lado protegidas de seu “maravilhoso gosto musical”.

Use fone. Use fone. Use fone. Use fone.......

Use fone. Use fone. Use fone. Use fone…….

  1. Não pense que a poltrona é cama.

Reclinar a poltrona para uma boa viagem é bem legal, mas achar que ela é uma cama não. Seja gentil, ao reclinar a poltrona olhe para traz, veja o indivíduo que está ali e pense o quanto suas pernas podem ficar espremidas. Afinal, ele pode não ter reclinado a dele. Ou ser muito alto. Ou apenas querer espaço. Tem mais, viagens, mesmo as longas, não lhe dão direito de sanar o espaço alheio, o valor das passagens foram iguais. Ah, e ao levantar nas paradas, lembre-se de voltar às poltronas para o lugar, o ser que senta atrás de você também precisa descer.

Sempre pense na pessoa na poltrona detrás.

Sempre pense na pessoa na poltrona detrás.

  1. Mantenha as crianças no lugar

Amo crianças. Elas são espontâneas e nos fazem rir mesmo com raiva. Contudo, em um ônibus, as prenda. Não deixem sair do lugar. Muito mesmo chutar as poltronas. Isso incomoda. Agora, tem uma coisa que não entra na minha cabeça, vai viajar com crianças compre uma poltrona para ela. Nunca as leve no colo. Se  acontecer algum acidente elas estão desprotegidas, sem falar que não deve ser nada confortável para ela viajar no colo.

  1. “Farofa” no ônibus: nunca leve

Farofeiros não.

Farofeiros não.

Quando eu era criança, lembro de minha vovó indo a São Paulo e minha mãe fazendo um lanhe para ela. Neste caso, frango frito e café. Gente, isso tem cerca de 20 anos ou mais.  Naquele tempo, era muito comum as pessoas fazerem isso. Principalmente as pessoas da roça. Hoje os tempos são outros. Ninguém mais faz isso. Ao menos pensava assim. Sai o frango frito e entra a porcaria de chips de queijo com cebola. Puta que Pariu, isso fede o ônibus todo e causa aquela vontade de jogar tudo para fora. Gente há coisas melhores para fazer a “farofa no bus”. Levem biscoitos de polvilho, biscoitos recheados, mas essa porcaria de chips de queijo com bacon e cebola NÃO.

Bônus

Não é uma mega dica, mas uma questão de educação. Ao falar no celular dentro do bus, não grite. Eu não quero ouvir sua conversa e nem preciso saber aonde vai e o que vai fazer. Pior ainda, não preciso ouvir seu sermão sobre casamentos, religião, trabalho e etc. Pessoas em viajem estão em viajem. Ligue se for necessário. Leia durante a viagem, ouça músicas (com o fone), medite, mas não grite ao celular.

Poderia escrever aqui uma infinidade de situações e dicas, mas peço apenas que as pessoas se orientem pelo bom senso, educação e respeito. Qual a sua dica ou indignação na hora de viajar? Comente.

ENFIM FÉRIAS….. MAS O QUE EU VOU FAZER? VEJA DICAS

Se você é como eu, esperou o ano todo pelas férias, mas não vai a lugar nenhum. Nem mesmo ao bairro vizinho. Bem vindo ao time! Pensando nessa situação elaborei algumas dicas para passar bem esse amado período chamado férias.

São dicas simples. Veja:

Filmes, seriados, filmes e seriados e etc 

E o inverno não chega. Até lá, vemos outras séries

E o inverno não chega. Até lá, vemos outras séries

Sou assinante Netflix não estou ganhado nenhum trocado por isso e enquanto espero meus dias de trabalho e pós voltarem, estou imerso nas séries e filmes do serviço de Streaming. Atualmente, vejo a novata “Marco Polo”. Produção da casa. Mas tenho temporadas de Vinks, Supernatural e outras para ver. Sem contar os inúmeros filmes em minha lista de favoritos.

No serviço existem vários outros filmes que você pode ver. Como disse, minha lista está cheia. Corre lá! Caso não assine o serviço, habemus Youtube, MegaFilmes e tantos outros.

Sabe, é difícil ir contra a pirataria, mas…. São opções para que se consiga um bom filme ou uma boa série. Ah!, lembre-se, nosso querido Piraty By is dead.

Leia muito nessas férias 

Um bom livro modifica nossa alma. Aprimora o ser.

Um bom livro modifica nossa alma. Aprimora o ser.

Livros nos levam a outros mundos. Clichê né? Mas é pura verdade. Leia! Leia clássicos, literatura contemporânea, mas também leias coisas atuais, informativas como jornais e revistas, mas leia. É sempre bom ler. Poderia indicar uma leva de livros, mas indicarei apenas alguns.

O Pequeno Príncipe: muitos conhecem a história, mas poucos leram. Chegou a sua hora, não acha?

Garota Exemplar: essa leitura será bem interessante, afinal você poderá usar a primeira dica e também ver o filme. Que é muito bom!

Vale Tudo: a biografia de Tim Maia fodástico escrita por Nelson Mota é sensacional. Vale muito à pena!

Encontre amigos

Nada melhor que ter amigos. E não precisa ser uma milhão, mas de coração!

Nada melhor que ter amigos. E não precisa ser uma milhão, mas de coração!

Sair, beber, conversar. Essas coisas sempre devem estar em nossa programação. Nestas férias, é preciso intensificá-las. Divirta-se! Troque ideias e programações. Relembre tempos bons e construa novas épocas memoráveis. Seja by happy com seus amigos!

Cometa gordices

Bacon, bacon, bacon e bacon....

Bacon, Bacon, Bacon e Bacon….

Ah, o ato de comer. E disso eu sei bem. Sou gordo com orgulho! Cometa gordices. Esqueça as dietas e estereótipos sociais. Seja feliz! Sabe aquele doce que tanto gosta, ou aquela carne gordurosa que você ama? Coma. E coma! Tome sorvete, encha a barriga na ceia de Natal. Coma.

Saudades da propaganda do Baton. Vou comprar uma caixa. #Gordices

Como disse antes, as dicas são simples. Não são um roteiro de viagem, e mesmo que esteja viajando, dá para fazer todas elas. São dicas de comportamento, simples, que nos levam a alegria. Nos levam ao encontro da felicidade e esquecimento como é que se chama? do trabalho por alguns pequenos dias!

Por Marquione Ban

É preciso entender o significado da palavra “equidade”

Sobre as eleições e “inteligentes do sudeste” #SQN

Abelha Fístula

De acordo com o Aurélio, o substantivo feminino derivado do  Latim aequitas, de aequus (igual, equitativo),  significa igualdade, retidão na maneira de agir, reconhecimento dos direitos de cada um, justiça reta e natural. 

Equidade

Possivelmente já passei por essa palavra em vários momentos da vida. Mas lembro muito dela ao estudar para um concurso na área da Saúde, no fim de 2013. Precisei entender o funcionamento do SUS e lá estava ela: a equidade, uma das doutrinas fundamentais do Sistema Único de Saúde. A tal equidade diz que todos os cidadãos têm o direito de usufruir do sistema de saúde, mas levando em conta que locais e pessoas diferentes têm necessidades diferentes, e por isso soluções e esforços diferentes devem ser feitos de acordo com o contexto em questão.

Ou seja, não é possível tratar todos da mesma maneira. O que pode resolver o problema de uma pessoa não é o suficiente para…

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“Onde os fracos não tem vez”. E onde eles tem?

E onde eles tem? Essa é a pergunta que fiz ao ver esse emblemático filme. Complicado ao primeiro olhar e esclarecedor no segundo. De fato, “Onde os Fracos não Tem Vez” não é para os fracos. Não vou me ater nesse comentário aos personagens, mas ao sentimento que tive ao ver o filme.
Confesso que ao primeiro olhar detestei essa obra. Resolvi ver novamente e me apaixonei com o que entendi. Um filme de faroeste moderno, ao meu ver. Um filme que contradiz a história do herói que cai e levanta. Mostra apenas um herói saudoso e cansado. Mas não de vilões, e sim de uma sociedade menos compassiva com o errado.
“Se fosse na época tal seria assim”. Não é frase do filme, mas muitas vezes nos deparamos com tal afirmação não nas falas, mas nas cenas apresentadas onde todos querem um pedaço do bolo e ninguém mais liga com a “Honra” apresentada no Velho Oeste. Honra, o filme para mim fala muito mais dela como algo que existiu do que algo que exista.
“Onde os Fracos não Tem Vez” crítica nossa inércia e nossa ganancia por tudo, menos a vida.
Foi assim que vi e entendi esse filme. Li várias críticas e é bem provável que nenhuma aborde o que escrevi, mas é o que senti. Isso é o que importa. O que você sente ao ver o filme. Deixe suas impressões nos comentário.
Anton Chigurh (Javier Bardem)

Sinopse 

Texas, década de 80. Um traficante de drogas é encontrado no deserto por um caçador pouco esperto, Llewelyn Moss (Josh Brolin), que pega uma valise cheia de dinheiro mesmo sabendo que em breve alguém irá procurá-lo devido a isso. Logo Anton Chigurh (Javier Bardem), um assassino psicótico sem senso de humor e piedade, é enviado em seu encalço. Porém para alcançar Moss ele precisará passar pelo xerife local, Ed Tom Bell (Tommy Lee Jones).

A Turma da Dilma

O Ilustrador e designer Burcher Billy criou essas ótimas peças mostrando a Turma do Mônica da pólica desta nação. As peças são um mashup. 

O termo Mashup veio da música, mais especificamente da eletrônica e significa misturar. Na música eles são visíveis em mixagens feitas por DJs que a partir de uma música e sua melodia, obtém-se outra a partir de suas batidas. Em fim, mashup significa misturar.

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fonte ((( TRETA )))

Uma campanha sensacional para incentivar a doação de órgãos

A abaixo é para incentivar a doação de órgãos e foi criada para a American University of Beirut Medical Center. Nos cartazes, que a primeira vista lembram páginas de livros de anatomia, há uma mensagem de incentivo a doação.

No lugar dos nomes das estruturas anatômicas estão as palavras das frases. Confira:

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Para quem não sabe ler em inglês segue as imagens com as frases em bom e velho português (Tradução do site Biomedicina Padrão)

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por Marquione Ban