O chapéu II

Para aqueles que não compreenderam meus “Pensamentos Póstumos” impressos de forma eletrônica neste blog.  Para ser preciso no post “Para que lado Ipatinga está? Vulgo O Chapéu.” eu me determino a lhe esclarecer algumas coisas.

Embora não precise explicar o que escrevo, pois o faço de forma clara. O fato é que não apoio um ou outro político local. Eu sim faço criticas e convido-lhes a observar, refletir e inferir sobre nossa atual situação. Afinal, quem foi que deu chapéu em nós? Não sei. Tenho apenas suspeitas e sendo assim deixo pistas pra você leitor descobrir.

Meus caros, não é fácil falar sobre política e muito menos usar de signos para tal desenvolvimento textual.

O Chapéu

O chapéu, por exemplo, é usado para esconder algo, seja ele o sol ou a calvície. O fato é que não quero ser calvo na política de minha cidade. Vejo a bagunça eleitoral que se constituiu e não vejo união por parte dos mais interessados em reconstruir nossa bela Ipatinga. Como já havia citado, esse estado de Gomorra Poliseia deve ser interrompido. Chega de sermos calvos aos acasos políticos vividos por nós.

Dar chapéu é errado. Foi o que aprendi. A justiça nós deve uma loção anti-calvície, para que nós possamos retomar nossa ordem política. Enquanto isso não acontece quem perde com tudo isso  somos nós e ninguém mais.

Marquione Ban

                                                         

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Para que lado Ipatinga está? Vulgo O Chapéu.

Em Ipatinga fomos todos chapelados pelos políticos dessa Gomorra Poliseia – nome cientifico que atribuo a nossa cidade. Assim como no poema A quadrilha de Drumonnd em Ipatinga assistimos assentados vendo a banda – podre – passar ( tudo junto e misturado: Holanda e Drumonnd), com os amantes que se amam mas não ficam com quem é de se esperar.

Foi o que aprendi: dar chápeu nos outros é errado. A justiça deu um grande chápeu em nós ipatinguenses.

Foi o que aprendi: dar chápeu nos outros é errado. A justiça deu um grande chápeu em nós ipatinguenses.

 

Cada cachola tem o seu. Seja invisível ou não, o fato é que ludicamente falando, dar chapéu nos outros sempre foi errado. É o que aprendi.

 

 

 

Chico amava a cidade que rejeitou Sebastião, que ganhou da Rosa do Povo. Que ficou na frente do Amantino e do Walter. Por sinal Walter desistiu e Amantino também. Chico ganhou, mas não levou. Versiani que nem estava na história o tirou. Amantino morreu. Walter sumiu. A Rosa do Povo voltou ao Legislativo. Quintão que perdeu, ganhou. Até que uma tal de Maria Grossi, juíza – mais uma que não estava na historia – o tirou. Quem entrou?

Segundo a Grossi o Robson do Sindicato – mais um fora da historia – que por sinal se chama Robson Gomes e é presidente da câmara. Esse vai ficar até que a velha cega justiça veja alguma solução – irônico. Enquanto isso pra que lado Ipatinga está? Sei lá? Só tome cuidado ao pronunciar este titulo com rapidez. Alguém pode querer encaixar o… chapéu em você.

Marquione Ban