Estava faltoso com vocês

Olá! Tudo bem?

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Mamãe era muito católica. Nós somos.

Estava faltoso com vocês aqui no blog. Até tentei postar algumas coisas aqui nos últimos meses, mas estava complicado. No meu blog portfólio eu estava sem fazer postagem há mais de um ano. No entanto, tudo tem motivo. Os meus uma série de acontecimentos.

Seria mais assíduo a partir de agora. Mas gostaria de compartilhar com vocês alguns motivos dessa baixa frequência. Vou postar parte do texto aqui e convidar vocês a lerem o restante no outro blog.

O ano de 2017 foi uma ano que não quero lembrar muito. No entanto, de acordo com o muitos especialistas tenho de fazer memória. Um ano sem fazer uma postagem aqui. Sem ter cadência no blog O Anunciador. E nem conto o Pensamentos Póstumos. Foi um tempo que não desejo revisitar, mas necessito digerir.

Vamos ser redundantes e começar do começo.

Imerso na pressão da empresa viajei muito para Contagem onde havia uma unidade da faculdade. Perdi cabelos. Preocupação exacerbada com a campanha de vestibular. Números não batiam e quando batiam era para derrubar. Em oito anos de faculdade nunca havia vivenciado um período tão ruim para a educação superior quanto foi o início de 2017.

Com toda essa péssima prospecção nos restou atrasar o início das aulas e embrenhar março a dentro captando alunos. Resultado zero.

E março não trouxe coisa boa. Ainda em janeiro, ou dezembro, não lembro ao certo, minha fez uma cirurgia. Retirada simples da vesícula. Aparentemente. Em março seu médico nos liga e pede que comparecêssemos ao seu consultório. Neste dia, ouvimos abalados que mãe estava com um câncer. A vesícula se quer foi retirada. Estava atrofiada. O câncer era raro. Raríssimo. Se alojou no peritônio. Uma camada que temos e que envolve os nossos órgãos. Era o mesmo tipo que matou a Hebe Camargo.

Minha mãe faleceu em agosto. Isso me abalou muito.

Em suma, a páscoa de minha mãe me desanimou e muito. Mas por ela não posso parar. Tenho de caminhar. No blog Marquione Ban tem o restante do texto. Convido a ler.

Continue a ler aqui. 

por Marquione Ban

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Irmã Morte II

Irmã morte II Flertamos o tempo todo. Um dia para você temos, Mas momento algum lhe amamos. Oh Morte! Só, fria e…

Posted by Marquione Ban on Wednesday, November 2, 2016

 

 

 

Irmã Morte, só um abraço te darei

Trinta já não bastam?
E os amores até  aqui vividos?
Foram suficientes?
As amizades? Os inimigos?
Desta irmã, como trata São  Francisco, ninguém escapa.
Ela esgueira por aí. Ali e aqui.
Sempre do nosso lado.
Deita-se conosco.
De seu abraço, carinhoso, ninguém sai.
Ela tem apenas uma tristeza.
De tanta certeza, um dia ela perdeu.
Alguém abraço-a. Olhou nos seus olhos.
Sentiu se calor! Seu sabor.
A amou.
Mas acima de tudo, amou mais a nós.
E voltou.
Tchau irmã!
Um dia contigo estarei.
Seu carinhoso abraço sentirei.
Mas um outro abraço terei.
E, em seus braços ficarei.