Os “manchetistas”: uma visão sobre ativistas políticos digitais, sobre nós

Sei que o termo não existe, mas quero usar de toda a licença poética que podemos adotar para vincular essa palavra ao que vivemos hoje em nosso país.

Como é sabido por todos, estamos no centro de uma crise político-democrática, moral, ética e etc. De um lado “coxinhas”. Do outro, “petralhas”. E, ainda, sob um muro, os que se dizem imparciais a tudo e lutam contra a crise e todos os seus protagonistas e antagonistas.

Esses personagens, coxinhas, petralhas e imparciais vem me deixando atônitos nesses últimos dias. Confesso que não sei como retiro pensamentos organizados para vos escrever. Isso porque, eles protagonizam batalhas épicas nas redes sociais. Suas armas são os enunciados. Manchetes variadas e de acordo com sua tendência partidária. Na maioria das vezes, falsas. Criadas apenas para moldar a pobre mente dessas personas digitais.

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Lista dos Fichas Sujas é divulgada pelo TCU e aqui em Ipatinga só o Chico frequenta. E o resto?

O Tribunal de Contas da União – TCU – entregou à Justiça Eleitoral uma listagem com os nomes dos políticos será que são que podem ser proibidos afinal tudo se dá um jeito de se candidatar nas eleições deste ano. De acordo com o Jornal Classivale de Ipatinga, só em Minas são 484 políticos em “situação de risco” (kkkk) de não se candidatar. Esses políticos possuem 682 processos. Isso significa cerca de 1 processo e meio por candidato.

“Felicidade foi se embora/E a saudade no meu peito ainda mora/E é por isso que eu gosto lá de fora/Porque sei que a falsidade não vigora”

Dos políticos do Vale do Aço, principalmente Ipatinga, minha cidade, somente Chico Ferramenta, que já é de conhecimento do eleitorado, frequenta esta listagem. Os demais, que são pré-candidatos a prefeitura do “pouso de águas limpas” Nardyello Rocha, Cecilia Ferramenta, Robson Gomes (Impressionante) e Quintão não são visualizados na listra negra do TCU.

Jeitinho brasileiro

Quem estiver na lista pode entrar com pedido de candidatura até o dia 05/07. Depois disso os juízes eleitorais é quem decidem se vai ou não. Os magistrados tem até o dia 05/08 para decidir se fica ou some de vez.

Contudo o belo e velho jeitinho brasileiro entra em campanha. Os candidatos podem recorrer e entrar com pedido de recurso que deve ser julgado até o dia 23/08.

Viva o Brasil!!! Viva os brasileiros!!! Afinal políticos também são brasileiros e não desistem nunca.

Acesse a lista AQUI Ó!

Rio + 20…. Enquanto isso na Warner brasileira – Brasília – Tom e Jerry salvam uma cachoeira

“Os olhos do mundo estão voltados para o Brasil”. Assim começa todos os telejornais brasileiros e assim são as manchetes dos impressos nessa pátria gentil. Fato relevante e importante para a sociedade tupiniquim que contém grandes reservas naturais a serem cuidadas pelo governo. Outra coisa que o governo deve cuidar é de suas reservas de popularidade, embora o povo tenha memória curta. Muito curta. Quase um Alzheimer.

É, a preservação das florestas de dinheiro publico para o bem político de um ser chamado político começou. Creio que com inspiração na Rio +20 e Cúpula dos Povos. Afinal a grande floresta verde de reais está se esgotando. Será? Não, isso só aconteceria em sonhos, ou melhor, pesadelos dos sofistas do planalto. Dos éticos. É nesse contesto de Rio +20 e Cúpula dos Povos que Tom and Jerry  entram em ação na CPI de preservação das cachoeiras. Ou de quem nela se banhou.

Como no desenho, Tom e Jerry sempre se estranham e vão as vias de se extinguirem. Contudo diante a ameaça em comum de alguém se unem facilmente. Em Brasília, a Warner brasileira, ou até mesmo a Disney, afinal lá são produzidos belos contos de fada, assistimos, ou não, ao  filme “O que há por trás da Cachoeira”. Na verdade, como sempre sabemos, espero, que os filmes de contos de fadas, heróis e outros seres são ficção, a CPI também é.

Ontem, 14/06, houve uma grande encenação de abandono da CPI por parte de Tom – oposição – e uma “trolagem”  de Jerry – Governo – pela não aprovação da convocação do dono da Delta. Empresa mergulhada nas águas dessa cachoeira, assim como o Senador ético e governadores semelhantes. Sem falar em outros membros do governo e da CPI que fizeram um tour por Paris com Cachoeira.

A Rio + 20 corre o risco de novamente não gerar grandes frutos ambientais para o planeta. A Cúpula dos Povos continuará com os status de evento paralelo. Já a CPI do Cachoeira terá o destino mais bonito de todos. A preservação. O desfecho que o mundo espera na Rio + 20 acontecerá em Brasília. No final as águas de cachoeira serão preservadas e Tom e Jerry saíram abraçados comendo queijo e peixe. A Rio+20, só Deus sabe.

Ah! Me esqueci do povo, inclusive eu. Mas não me lembro de nada hoje, ontem e nem daqui uns dias.

Por Marquione Ban

Anistia Internacional lança rede social

A Anistia Internacional, inspirada no Facebook, criou o Tyrannybook, uma rede social voltada à vigilância dos líderes mundiais que não respeitam os Direitos Humanos hoje.

As pessoas que se ingressarem na rede social Tyrannybook terão a oportunidade de seguir o perfil de líderes mundiais considerados tiranos pela Anistia Internacional. Os seguidores receberam informações atualizadas sobre seus crimes contra humanidade fornecidas pela própria Anistia ou através da colaboração dos usuários.

Assim como nas demais redes sociais – Orkut, Facebook, Twitter e outros – o objetivo é tornar o site uma ferramenta permanente, que cresce com a participação das pessoas. Outra proposta e criar uma rede de defesa dos Direitos Humanos com maior atuação dos cidadãos mundiais.

Irene Rodrigues, porta-voz da organização em Portugal, disse nesta segunda-feira (10/05) à Agência EFE que a iniciativa, cuja ideia original é do publicitário Leo Burnett Iberia, se tornou “um sucesso”, depois de uma semana de sua inauguração.

Segue a lista dos 10 mais populares tiranos seguidos no site: Ramzan Akhmadovich Kadyrov, da Chechênia; Aleksandr Lukashenko, de Belarus; Thomas Lubanga Dyilo, da República Democrática do Congo; Mahmoud Ahmadinejad, do Irã; Than Shwe, de Mianmar; Kim Jong-il, da Coreia do Norte; Omar Hassan Ahmad al-Bashir, do Sudão; Radovan Karadzic, da Sérvia; Robert Mugabe, do Zimbábue; e Hu Jintao, da China.

por Marquione Ban

imagens da internet

Projeto de lei 9840 poderia ter mudado situação política de Ipatinga

No mês passado foi entregue à Câmara dos Deputados o projeto de lei de iniciativa popular lei 9.840. O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) tem como objetivo ao entregar o projeto, alterar a lei 9.840 propondo o aumento do tempo de punição para oito anos de inelegibilidade, agilizar o os processos judiciais eleitorais e enumera maior conjunto de situações que impedem a candidatura de políticos “ficha suja”. 

Caso a lei 9.840 estivesse aprovada e em prática nas eleições municipais passadas, o cenário político de Ipatinga e tantas outras cidades seriam diferentes.  Possivelmente Chico Ferramenta não seria candidato. A proposta popular prevê que políticos com julgamento em segunda instância não devem ter registro de candidatura liberado, que é o caso do ex-Prefeito. Chico teve sua prestação de contas do mandato de 90 e 92 rejeitadas pela Câmara de Vereadores e Tribunal de Contas da União (TCU). 

Não só o petista não poderia se candidatar, mas como o ex-Prefeito Quintão. Isso na eleição extemporânea de Ipatinga, que iria acontecer neste mês. Assim como Ferramenta, Quintão possui processos judiciais em segunda e terceira instância ainda não julgados e outros sentenciados.

Com essa proposta de lei o cidadão brasileiro não verá nos palanques figuras como Maluf, Renan, Deputado do Castelo, Quintões e Ferramentas. Se a lei for aprovada até abril de 2010 ela valerá para as eleições presidenciais. 

Quem está por de traz do MCCE?  

No ano de 1996, a Campanha da Fraternidade – C.F. – foi sobre política. Diante esse debate que durou todo o ano de 96 a Comissão Brasileira de Justiça e Paz (CBJP), que é da CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – inspirada na C.F. lançou o projeto “combatendo a corrupção eleitoral” em 1997. Através deste projeto criou-se o projeto de lei 9.840 que foi aprovado em 1999, depois do CBJP entregar mais de um milhão de assinaturas aos deputados. 

Com o intuito de garantir a aplicação da lei 9.840, criou-se em 2002 o Movimento de Combate a Corrupção Eleitoral – MCCE. A organização é formada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Comissão Pastoral da Terra (CPL), Associação Brasileira dos Magistrados, Procuradores e Promotores Eleitorais (ABRAMPPE), Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e outras.

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