Como estudar em tempos de crise?

midia-indoor-dinheiro-economia-negocio-poupar-poupanca-moeda-orcamento-custo-credito-financiamento-imobiliario-imovel-compra-comprar-casa-deposito-banco-financas-financeiro-1272899844076_956x500A crise atual em que nosso país se encontra nos faz refletir onde, quando e como investir. São questões, que se não pensadas corretamente, nos levam a uma decisão equivocada e a perda de dinheiro. A crise faz com que coloquemos o pé no freio literalmente.

Mas onde podemos investir nesses tempos? A resposta pode ser simples. No entanto, a pergunta é errada. Não devemos perguntar onde investir, mas como aproveitar o momento e obter ganhos para o futuro. Esse é o “X” da questão.

Um das formas de fazer isso é bem clara. Aproveitar ao máximo as promoções. Outra resposta bem coerente é se qualificar. Isso mesmo? Eis o tempo de qualificação.

Quando o mercado entra em crise vem com ele desemprego. Os primeiros a cair são aqueles que não tem qualificação. Essa lógica entra na máxima de se fazer útil.  Aquele que é útil não é desprezado. Junto a isso, há também as contrações de pessoas qualificadas para resolverem problemas pontuais relacionados ao momento. Ter qualificação nessa época é garantia de empregabilidade e sobrevivência.

Mas se não tenho qualificação, por que devo buscar uma? E justo agora com a crise?

Meu jovem Padawan,vocês não sabe de nada. Crises vão e voltam. E além disso, empresas precisam sobreviver e agora que fazem muitas, muitas, mas muitas mesmo, promoções. Além de tudo isso, conhecimento é algo que ninguém pega de você, nem mesmo uma crise.

Aproveitar as condições deixadas pelas empresas são essenciais. Olhe só. Uma faculdade da minha região (Eis aqui o site deles para quem quiser saber mais) está dando 50% de desconto no semestre para quem entrar na faculdade agora. O que isso significa? Para os que olhos não tem, nada. Mas para você muito. A oportunidade de começar uma faculdade.

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Imagina se seu curso escolhido custar R$ 1000, 00 a mensalidade. Isso significa que o semestre lhe custará R$ 6000,00. Com esse desconto, você economiza R$ 3000,00 reais que podem ser investidos em poupança para o próximo semestre ou outro curso de qualificação.

Para economizar mais ainda, você pode usar uma dessas financiadoras sem juro. Quase toda  faculdade tem. Em épocas comuns, creio que o maior desconto que você teria era de 15% na matrícula.

Com a qualificação vem um melhor currículo e uma melhor colocação no mercado. Pense nisso. Pesquise. E aproveite enquanto há tempo.

Tem outras formas de economizar para estudar? Diga-nos nos comentários.

Por Marquione Ban

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A PRIMAVERA TUPINIQUIM

600x400x1011811_530578430339608_1010214545_n.jpg.pagespeed.ic.BQ9tzql4GwMuitos ainda não acreditam no que está acontecendo no país. Os mais céticos pesam que o movimento assim como a primavera, tem data para acabar. Frases acerca do assunto nos mostram o ceticismo de muitos. De fato não somos árabes lutando contra ditadores, mas acordamos para uma realidade e tudo graças à boa e velha inflação  que nos atormenta desde os tempos de Sarney – embora para mim ele nunca chegou ao fim – aos louros do afamado plano Real.

Aumento das passagens, corrupção excessiva – embora nunca se houvesse “punido” tanto no país -, saúde sucateada, mobilidade urbana inexistente nas capitais e grandes cidades, preço dos alimentos em alta constante, educação inexpressiva e um país que é a 6ª ou 7º maior economia do mundo.

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Como podemos ser tão ricos e tão pobres? Nossa Primavera Tupiniquim descobriu a resposta com os gastos da Copa. Não somos otários e muito menos ingênuos, mas a explosão brasileira – créditos para TV Aljazira – se dá no momento em que a classe média que sempre viveu bem no país, em relação aos pobres, se sentiu lesada e aderiu aos jardins sem planejamento e sem visitantes das minorias.

O gigante acordou. E acordou com vontade de mudar essa nação, se não foi essa a intenção ele pelo menos sacudiu e ainda sacode muito os pilares do “jeitinho brasileiro” de governar.

Como muitos comentam nas redes sociais as minorias já estavam nas ruas protestando. Mas não era suficiente para levantar o gigante. Agora aderiram as causas a classe média. Nossa primavera é constituída de jardins planejados e margaridas plantadas no canto do quintal. De discursos múltiplos e ativistas conscientes das várias causas, embora o governo finja não entender.

A primavera tupiniquim pode ser o principio da mudança de pensar do cidadão e esse deve ser o maior legado. Como toda estação, ela certamente terá fim. Que venha um verão de sol escaldantemente consciente nas urnas em 2014. Não nos adiantará termos colhidos flores e as feitos desabrochar se seus frutos não vingarem.

Que nossa Primavera Tupiniquim não vire enredo de carnaval e nem seja lembrada no livros de história com os dias em que o Brasil acordou, levantou e resolveu sambar. Simplesmente sambar nas suas avenidas.

Confissões de uma mente caminhante

Vim pelo caminho que percorro diariamente escrevendo um texto e infelizmente descobri que nossa mente não tem backup. Contudo tentarei expressar o melhor possível o que pensei.

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Na verdade, estava eu lembrando dos tempos de faculdade onde ouvir uma professora dizer que somos todos frutos de nosso espaço. Ou seja, somos de onde viemos, mas lembro-me ainda que ela completara sua afirmação dizendo que podemos romper com o nosso espaço ou simplesmente aumentá-lo.

Sou aquilo que sou e isso não basta mais. Sou apenas alguém tentando entender o meu espaço e minhas concepções. Busco a razão e vejo que minha fé é pouco eficiente e mantê-la em seu lugar.

Sabe, digo estas coisas porque vejo que dentro do meu quadrado sou puritano e tradicionalista. Vivo o velho, pelo menos é o que eu posso dizer ao olhar para fora do meu espaço e ver o novo ocupando lugares e derrubando fronteiras.

Ainda não sei se quero ser um ser coletivo ou individualista. Minhas aflições me ocupam e fazem martirizar em minha razão. Ela me encaminha para as ideias inovadoras do tempos atuais e dos ideólogos contemporâneos.

Vejo lá fora ideias legais e comuns aos tempos de hoje. Sei que por muito tempo o “velho” se fez forte e impôs sua realidade ao novo. Por isso o novo de hoje não é tão novo, mas existe desde que o velho era novo. Apenas a maioria optou pelo que chamamos de velho.

Certa vez, li que juventude vem de jovens e jovens do grego joves, que por sua vez significa Deus, Espírito de Deus. Estranhamente teria Deus envelhecido? Ou ainda, teria Ele perdido a batalha par ao velho? Ou seria Deus o velho e novo?

caminhante (1)Dúvidas que sempre me afligem também me causam estranheza de como alguns lidam facilmente com elas. Seria eu fraco?

Tudo no meu espaço é velho embora eu flerte muito com o novo. Minha fé me segura em meus limites e peço a sempre a Deus que me aumente ela.

Atualmente espero me ater a segurança do meu lugar. Sei que isso parece muito com a história de Platão. No entanto,  prefiro ficar e ver sombras a conhecer uma luz que não me consolide com eu, mas me leve e um perda de visão devido a sua claridade equivocada.